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Hora do Planeta

06
Out16

Akordu Paris kona-ba alterasaun klimátika sei vigora iha 04 novembru

SAPO TL

ONU konfirma iha horisehik katak  akordu Paris nian kona-ba alterasaun  klimátika sei vigora iha fulan oin mai loron  04 novembru, hafoin alkansa  ona  númeru hosi nasaun sira ne’ebé bele  konkorda  tratadu ne’e.



"Ha’u sente kontente hodi anunsia iha ohin katak  Akordu Paris sei liu etapa daruak no etapa ikus  molok  vigora, ne’ebé sei hahú iha loron 04 novembru", afirma iha komunikadu sekretáriu-jerál Organizasaun Nasoins Unidas (ONU), Ban Ki-moon.


 


Etapa ikus ne’e sei konkretiza hafoin  ratifikasaun akordu hosi Uniaun Europeia (UE) no formalizasaun, iha sede ONU, ba instrumentu legál desizaun ne’e nian, liuhosi  aktu ne’ebé realiza iha ohin.


 


Akordu ne’e presiza, atu vigora, retifikasaun hosi nasaun pelumenu 55  ne’ebé  reprezenta 55% emisaun mundiál ho gas iha efeitu estufa.


 


Hafoirn konfirmasaun, sei  fixa prazu ida  ho loron  30  hodi vigora tratadu, ne’ebé define iha dezembru 2015 iha kapitál franseza hois nasaun  191 no hafoin  tinan barak hala’o negosiasaun.


 


Iha findesemana ne’e  Índia anunsia ratifikasaun Akordu Paris no tersa-feira Nova Zelándia no Konsellu UE.


 


"Impulsu globál ne’ebé estraordináriu tebes atu  Akordu Paris bele vigora iha tinan ida ne’e", afirma Ban Ki-moon, nia hatutan katak "buat ne’ebé molok ne’e  impossível agora imparável".


 


Akordu Paris, ne’ebé konsege iha dezembru reune ona nasaun 196, hakarak reduz emisaun iha  gas ho  efeitu estufa ne’ebé responsável hosi alterasaun klima, ne’ebé bele provoka fenómenu estremu, hanesan rai- manas ka udan maka’as .


 


SAPO TL ho Lusa

06
Out16

Acordo de Paris sobre alterações climáticas entra em vigor a 04 de novembro

SAPO TL

A ONU confirmou ontem que o acordo de Paris sobre as alterações climáticas vai entrar em vigor no próximo dia 04 de novembro, após ter sido alcançado o número de países necessários para legitimar o tratado.





 


"Estou muito feliz por anunciar que hoje o Acordo de Paris vai ultrapassar a segunda e última etapa necessária para a entrada em vigor, que será a 04 de novembro", afirmou em comunicado o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon.


 


Este último passo foi concretizado após a ratificação do acordo pela União Europeia (UE) e a formalização, na sede da ONU, dos instrumentos legais dessa decisão, num ato hoje realizado.


 


O acordo necessitava, para entrar em vigor, da retificação de pelo menos 55 países que representem 55% das emissões mundiais de gases de efeito de estufa.


 


Após esta confirmação, foi fixado um prazo de 30 dias para a entrada em vigor do tratado, definido em dezembro de 2015 na capital francesa por 191 países e após vários anos de negociações.


 


No fim de semana a Índia anunciou a ratificação do Acordo de Paris e na terça-feira foi a vez da Nova Zelândia e do Conselho da UE.


 


"Foi extraordinário o impulso global para que o Acordo de Paris entrasse em vigor este ano", afirmou Ban Ki-moon, acrescentando que "o que antes parecia impossível é agora imparável".


 


O Acordo de Paris, conseguido em dezembro passado ao reunir 196 países, pretende reduzir as emissões de gases com efeito de estufa responsáveis pelas alterações do clima, que podem provocar fenómenos extremos, como ondas de calor ou picos de chuva.


 


@Lusa

04
Out16

Ilhas do Pacífico em risco de fome e sede generalizada -- relatório

SAPO TL

A menor possibilidade de obter água potável e alimentos nas ilhas do Pacífico representa uma ameaça para as comunidades indígenas e rurais, especialmente para mulheres e crianças, alerta um relatório divulgado hoje na Nova Zelândia.





 


O trabalho da Cáritas Aotearoa sobre a situação ambiental na Oceania indica que os fenómenos meteorológicos extremos combinados com os contínuos efeitos das alterações climáticas favorecem a perda severa de alimentos e água potável na região.


 


A diretora da filial neozelandesa da organização, Julianne Hickey, assinalou que nas Fiji muitas crianças comem raízes de mandioca amaciadas com paracetamol e que na Papua Nova Guiné muitas pessoas tiveram de caminhar durante dias para obter comida e água devido ao fenómeno El Niño.


 


Este fenómeno provocou secas em toda a região e no seu ponto alto fez com que cerca de 4,7 milhões de pessoas ficassem sem água e comida, segundo o relatório.


 


O El Niño exacerbou a situação de escassez de água que afeta a Papua Nova Guiné, onde 60% da população não tem acesso a fontes seguras de água, uma taxa considerada a mais elevada do mundo.


 


A organização alertou que em países como as Fiji, Vanuatu ou Tonga a falta de alimentos adequados e de água, devido a um clima extremo, terá um impacto negativo a longo prazo na saúde da população e no acesso das crianças à educação.


 


"Ouvimos falar de fome, de gente que morre por causa dela, de fome e sede", disse Hickey à Rádio New Zeland.


 


Apesar de a Oceania não constar das estatísticas mundiais sobre insegurança alimentar, o relatório sublinha a vulnerabilidade das fontes de água e alimentos na região quando ocorrem eventos extremos como o El Niño ou ciclones de categoria 5.


 


A Cáritas recordou que a erosão das costas, as inundações e a salinização dos poços de água continuam a ameaçar os povos do Pacífico, que estão a deslocar-se como consequência do aumento do nível do mar.


 


A organização criticou a atual política de apoio ao desenvolvimento da Nova Zelândia e da Austrália nesta região e apelou a uma concentração dos esforços para combater o impacto das alterações climáticas.


 


@Lusa

04
Out16

Illa sira hosi Pasífiku iha risku hamlaha no hamrok ne’ebé maka’as -- relatóriu

SAPO TL

Posibilidade kiik liu atu hetan bee moos no ai-han iha illa sira Pasífiku nian reprezenta ameasa  ida ba komunidade  indíjena no rurál, liliu ba feto no labarik sira, alerta relatóriu ida ne’ebé fó sai ohin iha Nova Zelándia.





 


Servisu hosi Cáritas Aotearoa kona-ba  situasaun  ambientál iha Oseania hatudu katak fenómenu meteorolójiku estremu kombina ho efeitu iha alterasaun klimátika ne’ebé kontinua  favorese ai-han no bee-moos menus iha rejiaun.


 


Diretora filial neozelandeza organizasaun nian, Julianne Hickey, afirma katak iha Fiji labarik barak  han ai-fariña nia abut ho paracetamol no Papua Nova Guiné ema barak  tenki la’o-ain durante loron tomak atu hetan ai-han  no bee tamba fenómenu El Niño.


 


Fenómenu ne’e provoka rai-maran iha rejiaun hotu no ninia pontu altu halo ema besik millaun 4,7 laiha bee ho ai-han, tuir  relatóriu ne’e.


 


El Niño halo  situasaun sai piór liu iha bee ne’ebé  afeta Papua Nova Giné, kuaze  60% hosi populasaun laiha asesu ba fonte segura iha bee, taxa ida ne’ebé maka konsidera aas liu iha mundu.


 


Organizasaun ne’e  alerta katak iha nasaun sira hanesan Fiji, Vanuatu ka Tonga menus adekuasaun iha ai-han no bee, tanba klima extremu, fó impaktu negativu ho tempu naruk ba saúde populasaun no  asesu labarik sira nian ba edukasaun.


 


"Ita rona ema koa’lia hamlaha, ema mate tanba kauza hosi nia, iha hamlaha no hamrok", haktuir Hickey ba Rádio New Zeland.


 


Maski  Oseania latama iha estatístika mundiál kona-ba inseguransa ai-han, relatóriu ne’e haktuir  vulnerabilidade bee no ai-han iha rejiaun bainhira akontese  eventu estremu hanesan  El Niño ou siklone ho kategoria 5.


 


 Cáritas ne’e rekorda katak  erozaun iha kosta, inundasaun no salinizasaun iha  bee-matan nian  kontinua fó ameasa ba povu Pasífiku sira, ne’ebé iha  deslokasaun tanba konsekuénsia hosi aumentu nível tasi nian.


 


Organizasaun ne’e kritika polítika atuál ba apoiu dezenvolvimentu Nova Zelándia no Austrália ba rejiaun ne’e no apela atu iha  konsentrasaun esforsu hodi  kombate impaktu hosi alterasaun klimátika.


 


SAPO TL ho Lusa


 

04
Out16

Fatin hirak ne’ebé koloridu liu hosi planeta

SAPO TL

Paizajen hirak ne’ebé furak liu hosi planeta




Maski lato’o, maibé Rai ne’e, ho fatin fatin oioin nomós furak/koloridu. Paizajen balun furak tebtebes atu hanesan tiha sureál.




 Hahú hosi lagoa korderoza, iha Senegal, kampo mostarda ho kór kinur, iha Xina ka formasaun vulkánika hosi kór oioin, iha Parke Yellowstone, paizajen terestre ne’ebé maka oioin nomós balun ne’ebé kontinua hetan prezervasaun desde primórdiu hosi vida planeta nian.


 



Tanba ne’e maka importante atu kuidadu fatin hirak ne’e, hodi mundu kontinua sai fatin ne’ebé furak no oioin.


 



Haree paizajen furak balun ne’ebé koloridu liu hosi planeta.


 




 


Fotos:


1 – Campos de túlipas, Países Baixos


2 – Lago Retba, Senegal


3 – Deserto de Black Rock, Nevada, Estados Unidos


4 – Monte Roraima, América do Sul


5 – Formação rochosa do Período Jurássico, Arizona, Estados Unidos


6 – Grand Prismatic Spring, Yellowstone, Estados Unidos


7 – Parque Geológico Zhangye Danxia, China


8 – Campos de mostarda, China


9 – Porta do Inferno, Turquemenistão


10 – Cratera vulcânica de Dallol, Etiópia


11 – Cavernas de mármore do Lago Carrera, Chile


12 – Espinheiros, Namíbia


 


SAPO TL ho Green Savers

04
Out16

Os lugares mais coloridos do planeta

SAPO TL

Algumas das paisagens mais coloridas do planeta



Embora nem sempre pareça, a Terra é um lugar diverso e colorido. Algumas paisagens chegam a ser tão intensamente coloridas que até aprecem surreais.




Desde lagos cor-de-rosa, no Senegal, a campos amarelos de mostarda, na China, ou a formações vulcânicas de várias cores no Parque de Yellowstone, a paisagem terrestre é diversa e algumas permanecem conservadas quase desde os primórdios da vida no planeta.


 



Assim, é importante continuar a cuidar destes locais para que o mundo continue a ser um lugar colorido e diverso.




Veja aqui algumas das paisagens mais coloridas do planeta.





 


Fotos:


1 – Campos de túlipas, Países Baixos


2 – Lago Retba, Senegal


3 – Deserto de Black Rock, Nevada, Estados Unidos


4 – Monte Roraima, América do Sul


5 – Formação rochosa do Período Jurássico, Arizona, Estados Unidos


6 – Grand Prismatic Spring, Yellowstone, Estados Unidos


7 – Parque Geológico Zhangye Danxia, China


8 – Campos de mostarda, China


9 – Porta do Inferno, Turquemenistão


10 – Cratera vulcânica de Dallol, Etiópia


11 – Cavernas de mármore do Lago Carrera, Chile


12 – Espinheiros, Namíbia

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