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Hora do Planeta

11
Mar16

Cooperação Alemã doa 6 MEuro a Moçambique para conservar biodiversidade

SAPO TL

A Agência Alemã de Cooperação Internacional assinou com Moçambique um acordo, para a doação, através do banco alemão de desenvolvimento KfW, de 6 milhões de euros à Fundação para a Conservação da Biodiversidade -- BIOFUND.






A contribuição da Alemanha tinha sido anunciada pelo embaixador alemão em Maputo, Philip Sauer, na sessão solene de apresentação pública da BIOFUND, em junho de 2015, indicou a fundação em comunicado.

Com esta doação, os contributos da Agência Alemã de Cooperação Internacional para a BIOFUND -- entidade privada, sem fins lucrativos, cujo objetivo é financiar de forma sustentável a conservação da biodiversidade - perfazem um total de 16 milhões de euros, precisou a mesma entidade.

Juntamente com outras doações, provenientes do Banco Mundial/ Global Environmental Facility e Conservation International, a BIOFUND tem neste momento um total de 22 milhões de dólares (19,6 milhões de euros).

"Está previsto que a BIOFUND comece a financiar as áreas de conservação através dos seus fundos, usando os rendimentos do seu investimento, assim como outros fundos que possa vir a angariar", lê-se no comunicado.

De acordo com os critérios da Conservation Finance Alliance (CFA), a BIOFUND é a primeira fundação ambiental deste género em Moçambique.

@Lusa

11
Mar16

Kooperasaun Alemaun fó 6 MEuro ba Mosambike hodi konserva biodiversidade

SAPO TL

Ajénsia Alemaun Kooperasaun Internasionál asina akordu ida ho Mosambike  hodi fó doasaun liuhosi banku alemaun dezenvolvimentu KfW nian, euro millaun 6 ba Fundasaun ba Konservasaun Biodiversidade -- BIOFUND.






Embaixadór alemaun iha Maputu, Philip Sauer fó sai ona Alemaña nia kontribuisaun, iha sesaun solene aprezentasaun públika BIOFUND nian, iha juñu 2015, haktuir fundasaun ne’e iha komunikadu.

Ho doasaun ne’e, Ajénsia Alemaun Kooperasaun Internasionál nia kontributu ba BIOFUND -- entidade privada, sein fin lukrativu, ho objetivu hodi finansia konservasaun biodiversidade ho forma sustentável- ho totál euro millaun 16, haktuir entidade ne’e.

Hamutuk ho doasaun sira seluk, hosi Banku Mundiál/ Global Environmental Facility no Conservation International, iha momentu ne’e BIOFUND iha totál osan hamutuk dólar millaun 22 (euro millaun 19,6).

"Prevee atu BIOFUND komesa finansia área sira konservasaun nian liuhosi nia fundu sira, uza rendimentu sira nia investimentu nian, ho mós fundu sira seluk ne’ebé reforsa", haktuir iha komunikadu.

Tuir kritériu sira Conservation Finance Alliance (CFA) nian, BIOFUND mak fundasaun ambientál dahuluk iha Mosambike.

SAPO TL ho Lusa

11
Mar16

Dióxido de carbono iha atmosfera rejista aumentu rekorde iha 2015

SAPO TL

Dióxido de carbono (CO2) iha atmosfera rejista aumentu rekorde, ho kresimentu 3,05 partes hosi millaun (ppm) iha 2015 - Tuir medisaun estasaun referénsia Mauna Loa, iha Hawai.





 


Tuir Ajénsia Oseánika no Atmosférika (NOAA, iha inglés), informa iha loron-kinta ne’e katak  aumentu "importante" ne’e iha tanba mosu korrente mariña manas iha Pasífiku ho naran El Niño. Korrente ne’e sei mosu hikas iha kada tinan tolu to’o lima no provoka mudansa iha floresta no ekosistema terrestre sira seluk, ne’ebé hamosu modifikasaun klima no aumentu udan, esplika NOAA.


 


Ajénsia ne’e hanoin hikas katak aumentu CO2 markadu liu to’o ohin loron mak iha 1998, tinan ne’ebé El Niño maka’as tebes. "Impaktu El Niño iha konsentrasaun CO2 hanesan fenómenu naturál ho durasaun barak", haktuir sekretáriu-jerál Organizasaun Meteorolójika Mundiál (OMM) nian, Petteri Taalas. "Maibé emisaun gás tanba efeitu estufa mak mais hosi atividade ema nian hanesan prinsipál fatór tempu naruk nian ne’ebé justifika  aumentu CO2 atmosfériku. Ita iha meiu no responsabilidade hodi redús", afirma iha komunikadu.


 


Iha fulan-novembru OMM sei publika relatóriu ida kona-ba konsentrasaun gás tanba efeitu estufa iha planeta, ho dadus hosi nasaun 50, iha ne’ebé inklui estasaun ho altitude boot hanesan Alpes, Andes no Himalaias, no mós Ártico, Antártida no súl Pasífiku.


 


Maibé hatene ona katak iha fulan-janeiru no fevereiru 2016 konsentrasaun mensál média CO2 nian iha planeta aas liu limite simbóliku 400 ppm. Iha fevereiru, nível ne’e iha 402,59 ppm, haktuir NOAA. Iha marsu 2015, konsentrasaun mundiál média mensál CO2 nian iha atmosfera ba dala uluk aas liu barreira 400 ppm.


 


To’o mosu revolusaun industriál no jeneralizasaun iha uzu enerjia fósil boboot, taxa ne’e la supera 300 ppm - portantu, durante pelumenus tinan 800.000. Observatóriu Mauna Loa hanesan estasaun medisaun atmosférika antiga liu no konsidera hanesan fatin referénsia ba rede OMM nian.


 


SAPO TL ho AFP


 

11
Mar16

Dióxido de carbono na atmosfera regista aumento recorde em 2015

SAPO TL

O dióxido de carbono (CO2) na atmosfera registou um aumento recorde, com um crescimento de 3,05 partes por milhão (ppm) em 2015 - segundo medições da estação de referência de Mauna Loa, no Hawai.







 


Segundo informou esta quinta-feira a Agência Oceânica e Atmosférica (NOAA, em inglês), este "importante" aumento explica-se em especial pelo surgimento da corrente marinha quente do Pacífico conhecida como El Niño. Esta corrente reaparece a cada três a cinco anos e provoca mudanças em florestas e outros ecossistemas terrestres, que reagem a modificações no clima e ao aumento das precipitações, explicou a NOAA.


 


A agência recordou que o aumento de CO2 mais marcado até hoje tinha sido em 1998, um ano no qual o El Niño também foi muito intenso. "O impacto do El Niño nas concentrações de CO2 é um fenómeno natural de curta duração", apontou o secretário-geral da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Petteri Taalas. "Mas as emissões de gases de efeito de estufa provenientes das atividades humanas são o principal fator de longo prazo que justifica o aumento do CO2 atmosférico. Temos os meios e a responsabilidade de reduzí-los", afirmou em comunicado.


 


A OMM publicará em novembro um relatório sobre as concentrações de gases de efeito de estufa no planeta, com dados provenientes de 50 países, onde se incluem estações de grande altitude como os Alpes, os Andes e os Himalaias, assim como do Ártico, da Antártida e do sul do Pacífico.


 


Mas já se sabe que em janeiro e fevereiro de 2016 a concentração mensal média de CO2 no planeta superou o limite simbólico de 400 ppm. Em fevereiro, o nível estava em 402,59 ppm, segundo a NOAA. Em março de 2015, a concentração mundial média mensal de CO2 na atmosfera superou pela primeira vez a barreira dos 400 ppm.


 


Até à chegada da revolução industrial e à generalização do uso massivo de energias fósseis, essa taxa não superou os 300 ppm - portanto, durante pelo menos 800.000 anos. O observatório de Mauna Loa é a estação mais antiga de medição atmosférica e é considerada um local de referência para a rede da OMM.


 


@AFP



07
Mar16

Agricultura africana deve mudar para sobreviver às alterações climáticas - estudo

SAPO TL

A agricultura da África Subsaariana, em particular a produção de feijão, milho e bananas, deverá sofrer profundas transformações para sobreviver às alterações climáticas, alerta um estudo publicado na Nature Climate Change. 


 



Foto@ FAO


 


Cientistas da Universidade de Leeds estudaram as transformações necessárias para manter os níveis de produção agrícola da região, evitando deixar em risco a segurança alimentar e a sobrevivência dos pequenos agricultores da África Subsaariana.


 


"Este estudo mostra onde, e mais crucialmente quando, é necessário fazer intervenções para impedir que as alterações climáticas destruam fontes vitais de alimentos em África", disse o cientista que coordenou o estudo, Julian Ramirez-Villegas da Universidade de Leeds.


 


com Lusa

07
Mar16

Agrikultura afrikanu tenki muda hodi bele moris hasoru alterasaun klimátiku - estudu

SAPO TL

Agrikultura hosi Áfrika subsarianu, liuliu iha produsaun koto nian, batar no hudi sira, sei hetan transformasaun maka'as hodi bele moris hasoru alterasaun klimátiku sira, alerta hosi estudu ida ne'ebé publika iha Nature Climate Change.  


 



Foto@ FAO 


 


Sientista sira hosi Universidade Leeds estuda ona transformasaun nesesáriu sira hodi mantén nível sira produsaun agríkola nian iha rejiaun, hodi bele evita risku ba seguransa hahán nian no sobrevivénsia hosi agrkultór ki'ik sira iha Áfrika Subsarianu nian.


 


"Estudu ne'e hatudu iha ne'ebé, no liuliu bainhira, maka presiza halo intervensaun sira hodi impede atu alterasaun klimátiku sira estraga fonte importante sira hosi hahán iha Áfrika", hatete hosi sientista ne'ebé kordena estudu, Julian Ramirez-Villegas hosi Universidade Leeds.


 


ho Lusa

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