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Hora do Planeta

01
Dez15

Fiji oferece-se para receber habitantes de Kiribati caso alterações climáticas deixem ilha inabitada

SAPO TL

As Ilhas Fiji ofereceram-se para receber toda a população de Kiribati, um dos locais do Globo que serão mais afectados pelas alterações climáticas, caso a ilha se torne inabitável.


 




“É muito encorajador ouvir que Fiji aceitar receber o nosso povo se, devido às alterações climáticas, as nossas casas fiquem inabitáveis”, explicou Anote Tong, presidente de Kiribati, no seu discurso da Cimeira do Clima, que arrancou em Paris, esta segunda-feira.

Com 105.000 habitantes, há muito que Kiribati sabe que a sua sobrevivência geográfica está por um fio. O ponto mais alto de South Tarawa, a capital de Kiribati, sobrevive graças aos sacos de areia e rochas que travam o avanço da água do mar e há quem acredite que, dentro de 30 anos, o país desaparecerá.

“Estamos unidos a França contra a violência que aqui se passou, mas também devemos estar unidos contra, talvez, a maior ameaça à humanidade: as alterações climáticas, que nos ameaçam mas, sobretudo, ameaçam quem está na linha da frente das alterações climáticas, os atóis com baixa altitude”, continuou Tong.

O presidente de Kiribati acrescentou que a Cimeira do Clima tem de ignorar as políticas e agendas nacionais num assunto “que é global por natureza”. “O futuro das pessoas, homens, mulheres e crianças, culturas inteiras, comunidades, vilas, cidades e nações, está numa balança. Não podemos continuar indecisos sobre a forma de avançarmos [sobre um acordo]”, concluiu.

Por fim, Anote Tong admite que um acordo climático tem de ser legalmente vinculador e repetiu que deverá existir uma moratória para todas as novas minas de carvão.

Fonte: Green Savers

01
Dez15

Estudu fó sai katak Borboleta ho vespa maka sai nu’udar polinizadór importante

SAPO TL



Insetu barak hanesan, borboleta no vespa, nu’udar polinizasaun importante, ne’ebé dalabarak hetan ignorasaun no bele sai hanesan alternativa ba deklíniu banin nian, tuir estudu ida ne’ebé fó sai horisehik.


 


Has, kivi ka kafé ladepende ba banin, maibé depende ba borboleta, bezouru, vespa no nehek hodi poliniza, tuir estudu hosi Academia Americana de Ciências.


 


"Matenek-na’in sira lakonsege halo esplorasaun barak kona-ba papel hosi insetu seluk, alénde banin ba iha polinizasaun", dehan Margie Mayfield, hosi Universidade de Queensland, Austrália, koautora ida mos hosi estudu refere.


 


Dependénsia hosi polinizasaun ba banin ne’e hanesan estratéjia ne’ebé ladun di’ak, dehan peskizadora ne’e hodi esplika liu kona-ba fenómenu misterioza hosi banin ne’ebé hahú lakon.


 


"Insetu seluk mos poliniza kolleita tanba ne’e seguru ba deklíniu hosi populasaun banin nian, tuir observasaun mundu tomak ", konsidera, hodi akonsella mudansa ba prátika agríkola, inklui atu hapara uza pestisida balun.


 


Tuir konkluzaun hosi estudu ne’e katak insetu polinizadór seluk halo hosi númeru 25 to’o 50% hosi totál ne’ebé semu ka hala’i ba tur iha aifunan leten.


 


Polinizasaun hosi banin kada tinan ho dolár rihun milloens 15 resin ba iha kultura agríkola iha Estadus Unidus, inklui aifuan no modo-tahan.


 


Tuir estimativa foun hosi Departamentu Agrikultura Estadus Unidus, katak banin-ninia knuk 42% maka hahú lakon hosi tinan 2014-2015.


 


SAPO TL ho Lusa

01
Dez15

Estudo diz que Borboletas e vespas são importantes polinizadores

SAPO TL




Muitos insetos, como borboletas e vespas, são importantes polinizadores, frequentemente ignorados e que podem ser uma alternativa ao declínio das abelhas, refere um estudo ontem divulgado.


 




As culturas de manga, quivi ou de café não dependem das abelhas, mas do voo das borboletas, besouros, vespas e das formigas para a polinização, determina o estudo da Academia Americana de Ciências.


 


"Os cientistas ainda não exploraram suficientemente o papel de outros insetos que não o das abelhas na polinização", disse Margie Mayfield, da Universidade de Queensland, na Austrália, uma das coautoras do estudo.


 


Esta dependência da polinização das culturas apenas pelas abelhas é uma estratégia arriscada, afirmou a pesquisadora, referindo-se ao misterioso fenómeno de desaparecimento em massa das abelhas.


 


"Outros insetos que polinizam as colheitas são, portanto, um seguro contra o declínio das populações de abelhas observado em todo o mundo", considerou, aconselhando mudanças nas práticas agrícolas, incluindo o fim do uso de certos pesticidas.


 


O estudo concluiu que os outros insetos polinizadores fazem entre 25 e 50% do número total de visitas às flores.


 


A polinização por abelhas representa mais de 15 mil milhões de dólares anuais nas culturas agrícolas nos Estados Unidos, incluindo frutas e vegetais.


 


Segundo uma estimativa recente do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, 42% das colmeias desapareceram entre 2014-2015.


 


@Lusa



01
Dez15

Prezidente xinés hatete katak nasaun riku sira tenke fó onra ba kompromisu ajuda

SAPO TL

Prezidente xinés, Xi Jinping, apela hoisehik ba nasaun dezenvolvidu sira atu fó onra ba sira-nia kompromisu finansiamentu dólar rihun millaun 100 iha kada tinan ba nasaun sira ne’ebé iha hela dezenvolvimentu hodi hasoru alterasaun klimátika.





 


Xi Jinping, ne’ebé ko’alia iha Konferénsia Nasoins Unidas nian kona-ba Alterasaun Klimátika (COP21), ne’ebé hala’o to’o loron 11 dezembru, iha Paris, refere katak nasaun dezenvolvidu sira tenke aseita "responsabilidade sira mak fahe ba malu" hodi limita temperatura média planeta sa’e no ajuda nasaun sira ne’ebé kiak liu iha adaptasaun ba mudansa klimátika.


 


"Nasaun dezenvolvidu sira tenke fó onra ba nia kompromisu atu haruka dólar rihun millaun 100 [euro rihun millaun 94] iha kada tinan hahú hosi tinan 2020 no fó apoiu finanseiru ne’ebé forte liu na nasaun sira ne’ebé iha hela dezenvolvimentu", defende Prezidente Xina nian, tuir tradusaun ofisiál ida.


 


"Importante mós atu “tecnologias amigas” hosi klima bele transfere ba nasaun sira mak iha hela dezenvolvimentu", nia hatutan.


 


Iha konferénsia kona-ba klima mak hala’o iha Copenhaga iha tinan 2009 deside atu nasaun riku sira kontribui dólar rihun millaun 100 iha kada tinan hodi finansia sira ne’ebé kiak liu hodi hamenus no adapta ba alterasaun klimátika, redús emisaun hosi gás ho efeito estufa, responsável ba aumentu hosi temperatura iha planeta, no iha forma atu sira hasoru nível tasi ne’ebé sa’e, bailoro no impaktu sira seluk.


 


Xina no EUA kompromete atu servisu hamutuk hodi kombate akesimentu globál, no Xi Jinping hatete horisehik katak nasaun kaik sira la bele sakrifika sira-nia kresimentu ekonómiku.


 


COP21, ne’ebé hala’o entre loron 30 novembru no 11 dezembru, halibur reprezentante sira hosi nasaun 195 iha Paris, ne’ebé tenta atu halo akordu ida kona-ba redús emisaun gás ho efeitu estufa ne’ebé bele limita to’o tinan 2100, akesimentu hosi temperatura média globál atmosfera nian ba grau sentígradu rua aas liu valór sira mak rejista ona molok revolusaun industriál.


 


To’o oras ne’e, nasaun 170 resin aprezenta sira-nia kontributu hodi redús emisaun, maibé seidauk to’o hodi alkansa meta ne’ebé iha.


 


Entre asuntu pendente sira, iha aseitasaun mekanizmu revizaun periódika hosi kontribuisaun nasionál no iha sistema ida, sein fahe nasaun dezenvolvidu sira hosi sira ne’ebé iha hela dezenvolvimentu, maibé fleksível iha tratamentu, tema ne’ebé, hamutuk ho responsabilizasaun hosi nasaun maiór emisór sira, sei sai aspetu ne’ebé difísl atu rezolve.


 


SAPO TL ho Lusa

01
Dez15

Presidente chinês diz que países ricos devem honrar compromissos de ajuda

SAPO TL

O Presidente chinês, Xi Jinping, apelou ontem aos países desenvolvidos para que honrem os seus compromissos de financiamento de 100 mil milhões de dólares por ano aos países em desenvolvimento para enfrentarem as alterações climáticas.





 


Xi Jinping, que falava na Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP21), a decorrer até 11 de dezembro, em Paris, referiu que os países desenvolvidos devem aceitar "mais responsabilidades partilhadas" no objetivo de limitar a subida da temperatura média do planeta e ajudar as nações mais pobres na adaptação às mudanças climáticas.


 


"Os países desenvolvidos devem honrar o seu compromisso de mobilizar 100 mil milhões de dólares [94 mil milhões de euros] por ano a partir de 2020 e conseguir um apoio financeiro mais forte para as nações em desenvolvimento depois", defendeu o Presidente da China, de acordo com uma tradução oficial.


 


"Também é importante que tecnologias amigas do clima sejam transferidas para os países em desenvolvimento", acrescentou.


 


Na conferência do clima realizada em Copenhaga em 2009 foi decidido que os países ricos iriam contribuir com 100 mil milhões de dólares anuais para financiar os mais pobres na mitigação e adaptação às alterações climáticas, na redução das emissões de gases com efeito de estufa, responsáveis pelo aumento da temperatura do planeta, e nas formas de enfrentarem a subida do nível do mar, as secas e outros impactos.


 


A China e os EUA comprometeram-se a trabalhar juntos para combater o aquecimento global, e Xi Jinping disse ontem que os países pobres não devem ter de sacrificar o seu crescimento económico.


 


A COP21, que decorre entre 30 de novembro e 11 de dezembro, reúne em Paris representantes de 195 países, que tentarão alcançar um acordo vinculativo sobre redução de emissões de gases com efeito de estufa que permita limitar, até 2100, o aquecimento da temperatura média global da atmosfera a dois graus centígrados acima dos valores registados antes da revolução industrial.


 


Até agora, mais de 170 países já apresentaram os seus contributos para a redução de emissões, mas ainda insuficientes para alcançar a meta proposta.


 


Entre os assuntos pendentes estão a aceitação de um mecanismo de revisão periódica das contribuições nacionais e a existência de um só sistema, sem divisões entre países desenvolvidos e em desenvolvimento, mas com flexibilidade no tratamento, tema que, juntamente com a responsabilização dos países maiores emissores, serão aspetos mais difíceis de resolver.


 


@Lusa

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