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Hora do Planeta

13
Jul15

Austrália adia anúnsiu kona-ba meta redusaun CO2 nian ba períudu pós-2020

SAPO TL

Governu australianu adia fali anúnsiu kona-ba sira-ninia objetivu hodi hamenus gazes poluentes ba períudu pós-2020, bainhira nasaun barak maka fixa ona metas, tuir informasaun ne’ebé fó sai ohin hosi “media” lokál.







Primeiru ministru, Tony Abbott, ko’alia lia hirak ne’e ohin durante reuniaun partidária hafoin loke hikas sesaun lejislativas, ba 1-agostu, wainhira anúnsiu refere tenke fó sai to’o meadu tinan ne’e, dehan ajénsia AAP.



Adiamentu ba anúnsiu refere akontese bainhira governu konservadór australianu husu ba Korporasaun Finansiamentu Enerjia Limpa (CEFC, sigla iha lian inglés) hodi lainveste iha teknolojia eólika, no ba iha projetu jerasaun kiik hosi enerjia solár.



Orden ne’e halo parte iha akordu ho senadór balun hodi hetan aprovasaun hosi Objetivu Enerjia Renovável foun, fulan kotuk ne’ebé hamenus hosi 41.000 ba 33.000 gigawatts kada oras iha 2020.



Iha semana kotuk, Nova Zelándia fó sai katak sei aumenta tan sira ninia meta redusaun gazes ho efeitu hosi estufa ba 2030, hodi hamenus ba 30% hosi nivel ne’ebé rejista ona iha 2005.



Objetivu foun hosi neozelandés ne’e sei aprezenta tuir ámbitu hosi Kovensaun Kuadru Nasoens Unidas nian kona-ba Alterasaun Klimátika, atu nune’e bele alkansa akordu globál foun iha simeira Paris dezembru (COP21).



SAPO TL ho Lusa

13
Jul15

Austrália adia anúncio sobre metas de redução de CO2 referente ao período pós-2020

SAPO TL

O Governo australiano adiou o anúncio sobre os seus objetivos de redução de gases poluentes para o período pós-2020, numa altura em que diversos países já fixaram metas, informam hoje os 'media' locais.






 


O primeiro-ministro australiano, Tony Abbott, assinalou hoje que pretende abordar o assunto durante uma reunião partidária aquando da retoma das sessões legislativas, a 11 de agosto, quando o anúncio devia ter ser feito até meados do ano, refere a agência AAP.


 


O adiamento do anúncio ocorre depois de o governo conservador australiano ter ordenado à Corporação de Financiamento de Energia Limpa (CEFC, na sigla em inglês) para não investir em tecnologia eólica nem em pequenos projetos de geração de energia solar.


 


A ordem faz parte do acordo com alguns senadores para lograr a aprovação, no mês passado, do novo Objetivo de Energia Renovável que o reduz de 41.000 para 33.000 gigawatts por hora em 2020.


 


Na semana passada, a Nova Zelândia anunciou que vai aumentar a sua meta de redução de gases com efeito de estufa para 2030, colocando-a 30% abaixo dos níveis registados em 2005.


 


O novo objetivo neozelandês vai ser apresentado no âmbito da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas, em que se espera alcançar um novo acordo global na cimeira de Paris de dezembro (COP21).


 


@Lusa

06
Jul15

Movimentu Tasi Mos

SAPO TL

Movimentu Tasi Mos ne’ebé lidera hosi Gally Soares Araújo, timor-oan no organiza hosi foin sa’e timor-oan sira, nu’udar movimentu ne’ebé hala’o hodi promove konsiensializasaun iha sosiedade timor-oan ninia leet atu labele so’e fo’er arbiru iha tasi-ibun hirak ne’ebé ema sempre vizita bá no presija atu hamoos duni fatin hirak ne’e tanba Estadu laiha kontratu kona-ba limpeza iha fatin refere, no liu-liu tanba ema sira ne’ebé ba hariis tasi ladauk iha konsiensia hodi halo prezervasaun ba ambiente.


 


Objetivu hosi grupu ne’ebé hala’o movimentu limpeza ne’e ho maneira informál no espontánea, maka “hatudu” ba sidadaun sira katak hala’o buat kiik ida, liu hosi rekolla lixu iha tasi-ibun ne’ebé grupu refere eskolla kada semana, bele hamosu buat foun ida ka diferensa ida.



                                     Foto: Movimento Tasi Mos


 


Bazeia ba intervensaun dahaat iha Tasi Dolok Oan, Movimentu Tasi Mos insentiva ona ema hothotu atu halo parte (hahú hosi timor-oan to’o estranjeiru sira), alénde ne’e fó hatene mós kona-ba prátika di’ak hodi prezerva ambiente liu hosi sira-ninia pájina Facebook.


 


                                                         Foto: Movimento Tasi Mos


 


Oras ne’e daudaun movimentu refere hetan ona apoiu hosi entidade hanesan GSA Company, Wemori, Leader Supermarket ho Páteo.


 


Responsável hosi Movimentu Tasi Mos, Gally Soares Araújo dehan katak dalan sei naruk atu ema hothotu partisipa, maski sei iha difikuldade seluk hanesan inkonsisténsia nomós ladun hetan kontribuisaun hosi ema balun, hodi ikus mai hamosu atrazu ba iha prosesu rekolla lixu nomós tanba ema barak maka ladauk hatene atu so’e fo’er iha ninia fatin, hodi so’e de’it garafa bee nomós hahan restu iha tasi-ibun.


 


                                                     Foto: Movimento Tasi Mos


 


“Maski nune’e sempre ho hanoin otimismu ida ba futuru, tanba ami konsege hamoos ona tasi ibun hosi parte Dolok Oan, maibé ha’u mós bolu ona atensaun ba entidade sira ne’ebé hala’o eventu motocross no bisikleta atu foti medida prevensaun no labele hafo’er tasi ibun ho plástiku nomós lixu orgánika seluk”.


 


                                  Foto: Movimentu Tasi Mos


 


Hatene liu tan no halo parte ba Movimentu Tasi Mos iha ne’e:


 


https://www.facebook.com/groups/962950070415874/?fref=ts

06
Jul15

Movimento Tasi Mos

SAPO TL

O Movimento Tasi Mos é liderado pelo timorense Gally Soares Araújo e organizado por jovens timorenses que visa promover a consciencialização na sociedade timorense para a luta contra o lixo nas praias mais frequentadas e que carecem de limpeza por falta de adjudicações contratuais com o Estado nas áreas em questão e principalmente por fraca colaboração de todos os frequentadores das praias no que toca á preservação do ambiente.



O objetivo deste grupo, que age de uma maneira informal e espontânea, é o de "mostrar" a todos os cidadãos que um pequeno gesto como a recolha semanal de lixos nas praias escolhidas pelo grupo, faz toda a diferença.


 


                                      Foto: Movimento Tasi Mos


 


Registando a quarta intervenção na Praia Dolok Oan, o Movimento Tasi Mos incentiva a participação de todos (tantos locais como expatriados) e assim como informa boas práticas de preservação do ambiente através da sua página de Facebook.


 


                                           Foto: Movimento Tasi Mos


 


Atualmente conta já com apoios de entidades como a GSA Company; Wemori; Leader Supermarket e Páteo.


 


O responsável do Movimento Tasi Mos, Gally Soares Araújo ainda prevê uma longa caminhada até a ideia passar com maior percepção no seio da sociedade, sem contar com outras dificuldades tais como inconsistência e fraca adesão, o que provoca um maior atraso no processo de recolha do lixo e também o facto de muitas pessoas ainda não entenderem onde devem deixar o lixo, acabando por deitar garrafas e restos de comida nas praias.


 


                                                             Foto: Movimento Tasi Mos


 


"Mesmo assim o futuro é de otimismo, visto que já conseguimos alcançar um grande feito que foi o de termos limpo uma boa parte da praia Dolok Oan, mas deixo um alerta às entidades que promovem eventos de motocross e bicicleta para que tomem medidas de prevenção e não poluam o espaço com plásticos e resíduos não orgânicos”.


 


                            Foto: Movimento Tasi Mos


 


Saiba mais e faça parte do Movimento Tasi Mos aqui:


 


https://www.facebook.com/groups/962950070415874/?fref=ts


 


 


 

02
Jul15

Bareira Korál nian hetan risku

SAPO TL


© David Gray / Reuters
Lenuk ne'e buka hela hahan iha illa Lady Elliot, Queensland, Austrália

 


ONU hatete katak agora preokupa tebes ho estadu Bareira Bo’ot Korál nian no husu esforsu maka’as hodi konserva fatin naturál ida furak iha mundu. 


 


Desizaun UNESCO nian presiona Austrália hodi evita destruisaun ba resife ho 2.300 km ba largu kosta Queensland.


 


Biodiversidade no resife 2.500 liu ne’ebé subar-an ba  úniku korál sira ho espésie animál rihun ne’e fonte importante ida ba reseita turístiku.


 


Reprezenta dólar millaun rihun resin kada tinan. Nune’e, komité UNESCO nian seidauk konklui fatin iha lista Patrimóniu Mundial nian ne’ebé hetan risku.


 


Bareira Bo’ot hetan Risku. Alterasaun klimátika, maibé moos intervensaun ema nian, liliu ho dezenvolvimentu atividade portuária iha zona, kontribui  makaas ba degradasaun ba ekosistema ida ne’e.


 


Lenuk matak bo’ot sira hetan ameasa, hanesan moos dugongu sira no iha korál sira barak mak aat.


 


Delegasaun ida hosi UNESCO tun ba tasi foin lalais iha Bareira Bo’ot Korál australiana nian hodi avalia estadu ba património ne’e.


 


Komité halibur hamutuk ohin iha Bonn iha Alemaña.


 


SAPO TL ho SIC

02
Jul15

Grande Barreira de Coral em risco

SAPO TL


© David Gray / Reuters
Tartaruga à procura de comida na ilha Lady Elliot em Queensland, Austrália

 


A ONU diz que está preocupada com o estado da Grande Barreira de Coral e pede maiores esforços para conservar um dos mais belos sítios naturais do mundo.


 


A decisão da UNESCO pressiona a Austrália para evitar mais destruição do recife de 2.300 quilómetros ao largo da costa de Queensland.


 


A biodiversidade e os mais de 2.500 recifes que albergam corais únicos com milhares de espécies de animais é uma improtante fonte de receitas turísticas.


 


Representa mais de mil milhões de dólares por ano. Ainda assim, o comité da UNESCO ainda não incluiu o local na lista do Património Mundial em Risco.


 


A Grande Barreira de Coral está em risco. As alterações climáticas, mas também a intervenção do homem, nomeadamente com o desenvolvimento da atividade portuária na zona, têm contribuído, e muito, para a degradação deste deste ecossistema único.


 


As tartarugas verdes gigantes estão ameaçadas, bem como os dugongos e há corais muito danificados.


 


Uma delegação da UNESCO mergulhou recentemente na Grande Barreira de Coral australiana para avaliar o estado deste património. O comité reúne-se hoje em Bonn na Alemanha.


 


@SIC

01
Jul15

Kasadór sira oho metade elefante sira Mosambike nian iha tinan lima nia laran

SAPO TL

Estudu foun ida hosi Wildlife Conservation Society, nebe apoia hosi Governu Mosambike nian, hatudu katak kasadór ilegál sira oho kuaze metade hosi elefante sira iha nasaun ne'e tanba nia marfín iha tinan lima ikus ne'e.




 


Populasaun elefante nia tuun ba 48%, nebe hanesan diminuisaun ida hosi animál 20.000 ba animál 10.300. "Númeru tuun ne'e relasionadu ho kasa nebe maka'as hasoru animál sira ne'e iha nasaun", bele le iha dokumentu hosi organizasaun internasionál, nebe haktuir hosi Guardian.


 


Zona remota sira hosi norte Mosambike nian, nebe inklui Rezerva Nasionál Niassa, sai hanesan zona nebe afetadu liu no koresponde ba 95% hosi elefante sira nebe mate no rejista iha períudu tempu ne'e. Populasaun iha rejiaun ne'e tuun hosi 15.400 ba 6.100 elefante.


 


Númeru elefante sira nebe mate aas tebes iha zona ida ne'e mosu tanba kasadór sira nebe to'o hosi Tanzánia, nebe populasaun elefante sira nia lakon tiha ona. "Problema boot maka governasaun. Norte sai nafatin hanesan área ida kiak no remota, nível alarmante ida ba korupsaun", hatete hosi diretór Wildlife Conservation Society iha Mosambike, Alastair Nelson. "Polísia balun iha norte no iha fronteira simu osan no dalaruma empresta sira nia arma ba kasadór sira", nia hatutan.


 


Tinan-tinan iha besik elefante 30.000 resin maka mate iha Áfrika, nebe hodi hametin komérsiu ilegál marfin nian. Populasaun elefante atuál afrikanu nian maka hamutuk animál 470.000. Iha sékulu liubá, númeru ne'e sa'e ba millaun resin.


 


ho Green Savers

01
Jul15

Caçadores mataram metade dos elefantes de Moçambique em cinco anos

SAPO TL

Um novo estudo da Wildlife Conservation Society, apoiado pelo Governo de Moçambique, revela que os caçadores furtivos mataram quase metade dos elefantes do território daquele país pelo seu marfim nos últimos cinco anos.




 


O declínio da população de elefantes foi de 48%, o que corresponde a uma diminuição de 20.000 para 10.300 animais. “A quebra deve-se à caça cada vez maior destes animais no país”, lê-se no documento da organização internacional, cita o Guardian.


 


As zonas remotas do norte de Moçambique, que incluem a Reserva Nacional de Niassa, foram das mais afectadas e correspondendo a 95% das mortes de elefantes registadas neste período de tempo. A população nesta região passou de 15.400 para apenas 6.100 paquidermes.


 


O elevado número de mortes de elefantes nesta zona de Moçambique pode ser explicada pela chegada dos caçadores da Tanzânia, onde as populações de elefantes já foram dizimadas. “O maior problema é governação. O norte sempre foi uma área pobre e remota, um nível alarmante de corrupção”, indica o director da Wildlife Conservation Society em Moçambique, Alastair Nelson. “Alguns polícias do norte e da fronteira são subornados e chegam mesmo a emprestar as suas armas aos caçadores”, acrescenta.


 


Estima-se que todos os anos sejam abatidos cerca de 30.000 elefantes em África, o que continua a alimentar o comércio ilegal de marfim. A população actual de elefantes africanos está fixada em 470.000 animais. No século passado, o número ascendia a vários milhões.


 


com Green Savers

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