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Hora do Planeta

20
Nov14

Fred, a cacatua com 100 anos

SAPO TL

Fred é uma cacatua que vive num santuário animal na Tasmânia. Porém, Fred não é uma cacatua como as outras: acabou de completar o 100º aniversário.


 




As cacatuas são aves nativas da Austrália e conhecidas pela sua grande longevidade, sendo que em liberdade podem atingir os 40 anos. Contudo, Fred viveu toda a sua vida em cativeiro e atravessou um século.

De acordo com a Australian Broadcasting Corporation, Fed foi resgatado pelos funcionários do Bonorong Wildlife Sanctuary nos arredores da cidade australiana de Hobart, depois da morte do seu antigo dono, duas décadas antes. Por esta altura, Fred tinha vivido a maior parte da sua vida em cativeiro, pelo que os funcionários da reserva animal decidiram levar o animal para o parque, com receio de que não se adaptasse à liberdade.


 



 
Desde então, a cacatua centenária tornou-se numa espécie de celebridade do santuário, o que ficou provado pela grande quantidade de pessoas que apareceram para celebrar o seu aniversário.

De acordo com o director do santuário, Greg Irons, a idade de Fred não é sabida ao certo e o mais provável é que seja centenário já há alguns anos. “Não temos 100% de certeza mas achamos que o Fred é mais velho. Ele tinha 95 anos quando eu comecei a trabalhar, o que foi há dez anos – apenas esperamos um pouco mais para nos assegurarmos que ele passava os 100”, explica Irons, cita o Dodo.


 




Mas toda a atenção dedicada a Fred no seu aniversário foi mais do que uma celebração. O santuário, que se dedica a resgatar, reabilitar e soltar em liberdade animais, utilizou a ocasião para lembrar aos visitantes que devem pensar duas vezes antes de adquirirem uma cacatua como animal de estimação, já que devido à sua longevidade são um compromisso para a vida.

com Green Savers

10
Nov14

Austrália está a ficar para trás na luta contra o aquecimento global

SAPO TL

Entre os grandes poluidores do planeta, a Austrália está atrás dos Estados Unidos e da China na luta contra as alterações climáticas, depois de uma diminuição de 70% do investimento em energias renováveis, indica um estudo publicado esta segunda-feira.







O relatório do Conselho para o clima, organismo independente, revela que a Austrália, cujas emissões de carbono por habitante são as mais elevadas a nível mundial, passou do estatuto de líder para a cauda da tabela no domínio das energias renováveis, o meio mais clássico para lutar contra o aquecimento global.

“O futuro da indústria australiana das energias renováveis parece muito incerto, devido à falta de clareza política do governo federal na matéria”, refere o documento.

"Em 2014, os investimentos no setor das energias renováveis registaram uma queda de 70% em comparação com o ano anterior", acrescenta.

Desde a sua chegada ao poder, no ano passado, o primeiro-ministro conservador,

Tony Abbott, aboliu a taxa de carbono, introduzida pelo anterior governo, e defendeu o uso do carvão, na sua opinião crucial para a prosperidade económica.

Em contrapartida, o estudo revela que os dois maiores emissores de gases com efeitos de estufa, os Estados Unidos e a China, estão na liderança nos desenvolvimentos e investimentos nas energias renováveis, enquanto outros países optam cada vez mais por introduzir taxas de carbono.

Camberra tem tentado evitar que o tema das políticas sobre o clima figure na ordem do dia da reunião do G20 a decorrer em Brisbane, no próximo fim de semana.

A Austrália estabeleceu o objetivo de reduzir em 5% até 2020 o volume das suas emissões produzidas no ano 2000.

O governo pretende criar um fundo de 2,55 mil milhões de dólares australianos (1,4 mil milhões de euros) para incentivar as empresas a colaborarem.

com Lusa

08
Nov14

The Real Thing: mákina transforma Coca-Cola ba bee moos

SAPO TL

Agora dadaun Coca-Cola existe iha mundu laran tomak. Maibé nia rasik sei la temi tan hanesan bee moos.


 





Helmut Simts, artista visuál neerlandês, hakarak hasai husi kontradisaun ida ne’e ho mákina ne’ebé hanaran “The Real Thing”. Ideia baze mak atu transforma Coca-Cola saudável  uitoan ba bee moos.


 


Smits kria mákina parseria ho estudante mestradu Universidade Amesterdaun Martien Wubdemann, refere Inhabitat. Liu husi prosesu destilasaun báziku ida, mákina nono Coca-Cola hodi kria bee nia su’ar ne’ebé akumula ba rezervatóriu ida diferente.


 


Maski mákina la determina  produsaun ba iha eskala ne’ebé boot, maibé fó hanoin mai ita kona-bá konsumu no prioridade umana. “Há’u lakohi transforma Coca-Cola hot-hotu iha mundu ba bee, maibé halo atu ema hanoin oinsá ita kria mundu iha ita nia leet no ita kestiona kona-bá ne’e rasik”, afirma inventór mákina ne’e.


 


Ideia hodi kria mákina ne’e mosu husi Smits liu husi ninia filozofia hodi tenta haree ba mundu ho maneira diferente. Bainhira nia komprende katak Coca-Cola loloos ne’e bé  fo’er ba nia ne’e la justu atu soe rekursu valiozu ne’e, liu-liu bainhira nia deskobre katak existe fatin barak iha mundu ne’ebé ema hotu iha asesu di’ak tebes ba refrijerante duké bee moos. “mákina ne’ebé transforma Coca-Cola ba bee moos halo sentidu derepente iha mundu ida ne’ebé susar liu atu asesu ba bee duké ba refrijerante internasionál”, indika Smits.


 


ho Green Savers

08
Nov14

The Real Thing: a máquina que transforma Coca-Cola em água potável

SAPO TL

Actualmente existem Coca-Cola em quase todos os cantos do mundo. Mas o mesmo já não se pode dizer da água potável.


 



 


Helmut Smits, artista visual neerlandês, quis tirar partido desta contradição com uma máquina a que chama de “The Real Thing”. A ideia base é transformar a pouco saudável Coca-Cola em água potável.


 


Smits desenvolveu a máquina em parceria com o estudante de mestrado da Universidade de Amesterdão Martien Wubdemann, refere o Inhabitat. Através de um processo básico de destilação, a máquina ferve a Coca-Cola para produzir vapor de água que é colhido para um reservatório diferente.


Embora a máquina não esteja destinada à produção em grande escala, faz-nos pensar sobre o consumo e prioridades humanas. “Não pretendo transformar toda a Coca-Cola do mundo em água, mas sim fazer com que as pessoas pensem como criámos o mundo à nossa volta e nos questionemos sobre o mesmo”, afirma o inventor da máquina.


 


A ideia para a construção da máquina surgiu a Smits através da sua filosofia de tentar olhar para o mundo de maneira diferente. Quando se apercebeu que a Coca-Cola era na verdade água suja castanha pareceu-lhe injusto desperdiçar o precioso recurso, especialmente quando descobriu que existem locais no mundo onde as pessoas têm um melhor acesso ao refrigerante do que a água potável. “Uma máquina que transforme a Coca-Cola em água potável faz repentinamente bastante sentido num mundo onde pode ser mais difícil aceder à água do que ao refrigerante internacional”, indica Smits.


 


com Green Savers

06
Nov14

Bibi rusa ho nehan vampiru haree ba dahuluk iha tinan 60 ninia laran

SAPO TL

Bibi rusa almiskaradu ida – ka bibi rusa ho nehan vampiru ne’ebé nunka haree ba dahuluk besik tinan 50, iha Afeganistaun.







Tuir Wildlife Conservation Society (WCS), ekipa investigadór ida konfirma ona katak haree animál iha asidentadu nordeste Afeganistaun nian iha okaziaun lima ne’ebé diferente.

Hanesan personajen místiku ne’ebé fó naran bolu , no mós bibi rusa ho nehan vampiru maka “subar, susar atu hetan no labele atu hasai nia foto”, tuir The Dodo.

Maski nune’e, notísia ne’e hanesan ksolok tebes. Ba dala ikus bibi rusa-almiskaradu haree tiha ona iha 1948, iha Holanda. Loloos, investigadór sira fiar katak nia sei hetan iha rejiaun ne’e, maski susar atu hetan nia.
 
Bibi rusa-almiskaradu sei moris iha rejiaun balun iha Índia no Pakistaun, hanesan animál barak, no ninia númeru sira tun totál. Tuir UINK ( Uniaun Internasionál ba Natureza nia Konservasaun) espésie “iha perigu ba estinsaun” tanba ninia númeru tun 50% iha de’it tinan 20 nia laran.

Animál ne’e kasa tiha ona to’o laiha, tanba nian na’an no nia nehan boot  no kazu sira seluk, haree barak husi propriedade medisina sira. “Bibi rusa-almiskaradu sai Afeganistaun nia rikusoin ”, esplika Peter Zahler, diretor adjuntu WCS nian iha Ázia. “Espésie ida ne’e sai hanesan eransa naturál hanesan leopardo-das-neves husi nasaun ida nian ne’ebé iha sofrimentu. Ita hein katak kondisaun sira estável no permite ita atu avalia nesesidade ba konservasaun espésie ida ne’e”, nia konklui.

ho Green Savers

06
Nov14

Veado com dentes de vampiro visto pela primeira vez em mais de 50 anos

SAPO TL

Um raro veado-almiscarado – ou veado com dentes de vampiro – foi visto pela primeira vez em mais de 50 anos, no Afeganistão.





 


Segundo a Wildlife Conservation Society (WCS), uma equipa de investigadores confirmou ter visto o animal no acidentado nordeste do Afeganistão em cinco ocasiões diferentes.

Tal como a personagem mística que lhe dá a alcunha, também o veado com dentes de vampiro é “oculto, difícil de encontrar e não pôde ser fotografado”, de acordo com o The Dodo.

Ainda assim, a notícia é bem-vinda. A última vez que o veado-almiscarado tinha sido visto foi em 1948, na Holanda. Na verdade, os investigadores acreditam que ele ainda se encontra nesta região, ainda que seja praticamente impossível de o detectar.

O veado-almiscarado habita ainda algumas regiões da Índia e Paquistão e, tal como a maioria dos animais, os seus números estão a decrescer drasticamente. Segundo a IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza), a espécie está “em perigo de extinção”, uma vez que os seus números decaíram 50% em apenas 20 anos.

O animal tem sido caçado até à exaustão, devido à sua carne e dentes gigantes que, tal como noutros casos, são vistos por muitos como tendo propriedades medicinais. “Os veados-almiscarados são um dos tesouros-vivos do Afeganistão”, explicou Peter Zahler, director-adjunto da WCS na Ásia. “Esta espécie rara, tal como o leopardo-das-neves, é a herança natural de uma nação em sofrimento. Esperemos que as condições estabilizem e nos permitam avaliar as necessidades de conservação da espécie”, concluiu.

com Green Savers

04
Nov14

Governo de Macau encomenda primeiro estudo sobre os golfinhos brancos

SAPO TL

O Governo de Macau convidou a Universidade de Zhongshan para elaborar um estudo sobre os golfinhos brancos, presentes no Rio das Pérolas, numa altura em que avançam as obras da megaponte que vai ligar Macau, Hong Kong e Zhuhai.







O lançamento do estudo, noticiado pelo Jornal Tribuna de Macau, aconteceu no mês passado e tem como principal objetivo "o melhor entendimento da presença do golfinho branco e dos recursos marinhos", explicou à Agência Lusa Kuok Fei Lek, técnico da divisão de estudos e conservação da natureza do Instituto para os Assuntos Cívicos e Municipais (IACM), e um dos dois profissionais de Macau envolvidos no estudo.

É a primeira vez que os golfinhos brancos que habitam a costa de Macau são alvo de um estudo, mas o IACM não estabelece uma relação direta com as obras da ponte, que já levaram a Sociedade de Conservação de Golfinhos de Hong Kong a manifestar preocupação com o impacto dos trabalhos nos animais.

A megaponte, que vai ligar Macau, Hong Kong e Zhuhai, deve estar pronta em 2016 e será uma das maiores do mundo.

Kuok Fei Lek revela que no Rio das Pérolas existem 1.800 golfinhos - estimativas mais "otimistas" indicam que podem chegar aos 2.000. Nas águas de Macau, há registo de 71 animais, 74% são adultos.

Apesar de não ter jurisdição sobre as suas águas - são da exclusiva competência da China - Macau pretende, após terminar o estudo, em setembro do próximo ano, lançar campanhas de sensibilização para a conservação dos golfinhos brancos, numa costa cada vez mais poluída.

Atualmente, Macau, Zhongshan e Hong Kong já cooperam para a prevenção e salvamento de golfinhos e baleias encalhados e há planos para controlar o fluxo de barcos nas zonas nos habitats dos cetáceos, diz Kuok.

O técnico do IACM lembra que os golfinhos da costa de Macau enfrentam três grandes ameaças: a falta de alimentos, já que há cada vez menos peixe disponível, a crescente poluição industrial e a atividade humana, como a circulação de barcos que "afeta a vida normal dos golfinhos".

com Lusa



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