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Hora do Planeta

12
Jul13

O maior edifício em madeira do mundo

SAPO TL

Há 150 anos que esta igreja é o edifício em madeira mais alto do mundo. O magnífico edifício é feito inteiramente de madeira, no interior e exterior, e demonstra o quão resistente é o material.


 



 


Com 37,5 metros, o edifício da igreja ortodoxa russa – chamado Kizhi Pogost – fica a 240 quilómetros da fronteira entre a Rússia e a Finlândia e já teve várias remodelações, a pedido dos seus fiéis. No entanto, há uma regra que se mantém: apenas é utilizada madeira e não há vestígio de outros materiais.


 


O impressionante Kizhi Pogot foi desenhado para atrair a comunidade cristã deste local remoto – a ilha de Kizhi, que fica no lago Onega. Construída no século XVIII, as igrejas e o resto do complexo foi terminado em 1862, quando o sino foi finalizado. Não leva um único prego ou pedaço de metal.


 


O complexo tem 22 cúpulas e um cofre interno em forma de pirâmide, com 102 ícones religiosos dos séculos XVII e XVIII. O sino foi criado pelo carpinteiro visionário Sysoj Osipov.


 


A estrutura mais alta em madeira do mundo é o ATLAS (Air Force Weapons Lab Transmission Aircraft Simulator), em Albuquerque, Novo México, Estados Unidos. Porém, a estrutura usa partes de metal para segurar a enorme viga de madeira.


 


O Kizhi Pogost, como já dissemos, não usa nenhum outro material para além da madeira. É Património Mundial da UNESCO desde 1990.


 


Veja algumas fotos deste beleza construída pelo homem.


 



 


Sapo TL e Green Savers 

10
Jul13

Austrália reconhece oficialmente degradação da Grande Barreira de corais

SAPO TL

A Austrália reconheceu hoje oficialmente a degradação da Grande Barreira de corais, cujo estado é agora classificado como "medíocre" e que a UNESCO ameaça colocar na lista de sítios em perigo.


 



 


O ministro australiano do Ambiente, Mark Butler, divulgou um relatório que atesta a alteração regular do recife de corais desde 2009 sob o efeito de ciclones e de inundações, apesar do recuo da poluição.


 


"Os episódios climáticos extremos têm um impacto significativo no estado geral do ambiente marinho [da Grande Barreira], cujo estado declinou de médio para medíocre", sublinha o relatório.


 


Os ecossistemas do recife apresentam "uma tendência para a degradação" devido a uma má qualidade de água e aos efeitos cumulativos das alterações climáticas e de um aumento, em frequência e intensidade, dos acontecimentos [meteorológicos] extremos", acrescenta.


 


No período analisado pelo relatório diminuíram os resíduos de nitratos (-7%), de pesticidas (-15%), de sedimentos (-6%) e de outros poluentes, fazendo igualmente diminuir a invasão de uma estrela-do-mar que se alimenta dos corais, mas as inundações costeiras de 2010-2011 e o ciclone Yasi danificaram gravemente a Grande Barreira, destruindo 15% da superfície de corais.


 


"Uma regeneração completa demorará décadas", previne o relatório, considerado preocupante pelas organizações de proteção da natureza.


 


Estas associações aplaudem os esforços realizados, mas sublinham que os objetivos não foram alcançados, nomeadamente o da redução dos ataques de estrelas-do-mar, que diminuíram apenas 13% quando a meta era de 50%.


 


"Há soluções", reagiu Nick Heath, da organização não-governamental WWF. "Temos de investir mais, dirigir melhor as nossas ações aos pontos de poluição mais importantes", afirmou.


 


Considerada património mundial pela agência da ONU para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) em 1981, a Grande Barreira perdeu mais de metade dos seus corais nos últimos 27 anos sob o efeito de fatores meteorológicos, climáticos e industriais, segundo a revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.


 


A barreira estende-se por cerca de 345.000 quilómetros quadrados ao longo da costa oriental da Austrália e constitui a mais vasta concentração coralífera do mundo, com 3.000 "sistemas" de recifes e centenas de ilhas tropicais.


 


Um grupo internacional de especialistas em oceanologia apelou recentemente ao Governo australiano para que proteja a Grande Barreira dos detritos provocados pela manutenção dos portos e pela navegação, devido sobretudo à indústria mineira.


 


A Austrália é um dos grandes emissores de detritos poluentes devido à sua dependência das centrais termoelétricas e às suas exportações de minerais para a Ásia.


 


A UNESCO ameaçou colocar a Grande Barreira na lista de sítios em perigo em 2014 se nenhuma medida for tomada para limitar o desenvolvimento da indústria no litoral. Caso as recomendações não sejam seguidas pelos Estados, podem levar, no limite, à exclusão da lista de sítios classificados como património mundial.


 


Sapo TL e Lusa

08
Jul13

Sientista sira deskobre espésie foun alga no korál sira iha Hawai

SAPO TL

Grupu ida sientista sira nian foin lalais ne’e halo deskoberta foun ida, bainhira sira mergulla iha profundidade iha resife korál atol sira nian iha noroeste Hawai nian – sira fila hosi espedisaun ho ezemplu sira ne’ebé deskoñesidu hosi alga sira iha tasi-okos nian.


 



 


Sientista sira lori mós espésie dahuluk sira ne’ebé rejista iha korál metan Atol Johnston nian.


 


Tuir Green Savers Cabo Verde, ne’ebé sita Huffington Post, sientista sira vizita ona Nihoa, Mokumanamana, French Frigate Shoals no Laysan Island. Ikus liu, sira hala’o esplorasaun iha Atol Johnston.


 


Ekipa rekolla ezemplu sira ikan nian, korál no alga sira nian hodi halo análize jenétika no buka espésie úniku invazór sira. Iha Atol Johnston, hala’o peskiza arkeolójiku sira Howland nian, ró baleiru ida ne’ebé mout iha tinan 1800.


 


Papahanaumokuakea Marine National Monument avansa ona katak espedisaun ne’e inklui loron 26 mergullu nian iha resife korál iha tasi-okos, ho naruk liu metru 60.


 


Haree iha ne’e imajen balun


 



 


Sapo TL no Green Savers

08
Jul13

Cientistas descobrem novas espécies de algas e corais no Havai

SAPO TL

Um grupo de cientistas fez recentemente uma nova descoberta, enquanto mergulhava em profundidade nos recifes de coral dos atóis do noroeste do Havai – regressaram da expedição com exemplares até então desconhecidos de algas das profundezas.


 



 


Os cientistas trouxeram também os primeiros espécimes registados de coral preto do Atol Johnston.


 


Segundo o Green Savers Cabo Verde, que cita o Huffington Post, os cientistas visitaram Nihoa, Mokumanamana, French Frigate Shoals e Laysan Island. Mais tarde, exploraram o Atol Johnston.


 


A equipa recolheu amostras de peixes, corais e algas para análise genética e procurou espécies exóticas invasoras. No Atol Johnston, procederam a pesquisas arqueológicas do Howland, um navio baleeiro naufragado no final de 1800.


 


O Papahanaumokuakea Marine National Monument  avançou que a expedição incluiu 26 dias de mergulho nos recifes de coral profundos, mais de 60 metros abaixo da superfície do mar.


 


Veja aqui algumas imagens


 



 


Sapo TL e Green Savers 

01
Jul13

Xina harii ótel ekolójiku iha pedreira ne’ebé dezativadu (ho Foto)

SAPO TL

Iha tinan rua ninia laran, mina antigu ida ne’ebé abandonadu iha distritu Songjiang, iha Xina, sei moris fali hanesan ótel ekolójiku. Hahú ona servisu sira no hakarak muda pedreira ne’ebé situa iha distritu xinés furak liu ninia oin – no hanesan destinu turístiku boot nasaun nian.


 



 


Projetu ne’e dezenvolve ona hosi rede InterContinental, sei kusta millaun €405 (millaun R$ 1,175) no sei iha andar 19 no kuartu sira 380. Sei situa iha foho sira Tianmenshan nian, iha kratera ida ho naruk metru 100.


 


Andar rua sei ih arai okos no iha kuartu sira, restaurante no akuáriu ida ho vista ba bee-lihun ninia okos. Bee sei sai hanesan elementu sentrál iha konstrusaun tomak, sai hanesan destake iha area oioin ne’ebé haleu ótel no iha design.


 


Tuir empreza británika, ótel ne’e projetadu ona hosi Atkin no hanoin nafatin sustentabilidade no integrasaun iha paizajen lokál. Nune’e, nia sei iha kaskata artifisiál sira no sei taka ho kakuluk verdi ida.


 


Edifísiu ne’e sei uza enerjia loron no jeotérmiku nian hodi hetan eletrisidade no akesimentu. Pedreira sei fornese mós fonte di’ak ida ba kontrolo térmiku, mantén nafatin temperatura di’ak.


 


Haree foto balun projetu nian.


 



 


Sapo TL no Green Savers 

01
Jul13

China constrói hotel ecológico em pedreira desactivada (com Fotos)

SAPO TL

Dentro de dois anos, uma antiga mina abandonada no distrito de Songjiang, na China, renascerá como hotel ecológico. Os trabalhos já começaram e pretende mudar a face de uma pedreira que se situa num dos mais belos distritos chineses – e um dos maiores destinos turísticos do País.


 



 


 


O projecto está a ser desenvolvido pela rede InterContinental, vai custar €405 milhões (R$ 1,175 milhões) e terá 19 andares e 380 quartos. Ficará situado nas montanhas de Tianmenshan, numa cratera com 100 metros de profundidade.


 


Dois andares ficarão totalmente submersos e terão quartos, restaurantes e um aquário com vista para o fundo do lago. A água será o elemento central de toda a construção, sendo o destaque de várias áreas à volta do hotel e no design deste.


 


Segundo a imprensa britânica, o hotel foi projectado pela Atkin e teve sempre em conta a sustentabilidade e integração na paisagem local. Assim, ele terá cascatas artificiais e será coberto por um telhado verde.


 


O edifício utilizará energia solar e geotérmica para conseguir electricidade e aquecimento. A pedreira irá também fornecer uma boa fonte de controlo térmico, mantendo a temperatura sempre amena.


 


Veja algumas fotos do projecto.


 



 


Sapo TL e Green Savers 

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