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Hora do Planeta

10
Jan18

2017 hanesan tinan datoluk ne'ebé manás liu dezde iha rejistu iha Austrália

SAPO TL

2017 hanesan tinan datoluk ne'ebé manás liu iha Austrália dezde iha rejistu sira, ho temperatura média ida hosi 0,95 grau sentígradu aas liu duké média ne'ebé rejista ona entre tinan 1960 no 1990, fó sai iha loron-kuarta ne'e. 


 



Lorosa'e iha Sydney. Foto@ Dean LEwins/Australia & New Zealand Out/EPA


 


Iha nia relatóriu anual, Departamentu Meteorolojia hosi Austrália (BOM, iha lian inglés) esplika ona akontesimentu ne'e maski hosi auzénsia hosi El Niño, fenómenu meteorolójiku ne'ebé iha ligasaun ho aumentu ba temperatura sira, no hosi polo sira hosi Oseanu Índiku nian, ne'ebé mantén mós neutro durante tinan liubá.


 


Organizmu hatete katak akesimentu asosiadu ba mudansa klimátika ne'ebé hamosu hosi atividade ema nian rejista dezde dékada 1950, observa katak temperatura iha Austrália aumenta ona 1,1 grau sentígradu dezde tinan 2010.


 


"Tinan hitu hosi tinan sanulu ne'ebé manás liu iha Austrália akontese dezde tinan 2005", no "Austrália hasoru de'it tinan ida ne'ebé malirin tebes duké média anual hosi dékada ikus ne'e", afirma hosi diretor unidade kontrolo BOm nian, Karl Braganza, iha komunikadu.


 


Tuir Departamentu Meteorolojia Austrália nian, temperatura máxima iha tinan liubá maka hanesan aas liu daruak dezde organizmu ne'e hahú nia rejistu iha tinan 1910, ho marka 48,2 grau sentígradu ne'ebé hetan iha loron 09 Fevereiru, iha Tarcoola, iha estadu Austrália-Súl.


 


Kalan ne'ebé malirin liu akontese iha 16 Jullu iha lokalidade Perisher Valley, iha estadu Nova Gales Súl, ho 12,1 grau negativu.


 


Tuir BOM, loron ne'ebé iha udan maka'as maka 30 Marsu, ho kuantidade udan nian iha Foho Jukes, iha estadu Queensland, rejista ho milímetru 635,0. Loron rua antes, iha aeroportu illa Hamilton nian, iha mós Queensland, anin sira to'o marka kilómetru 263 tuir oras.


 


BOM mós fó sai katak iha 2017 tasi-been ne'ebé haleu Austrália to'o ona temperatu dasia ne'ebé aas liu, konfirma katak Great Barrier Reef, iha noroeste australianu, hetan fenómenu halo ahu-ruin sira sai mutin iha tinan rua konsekutivu.


 


Hanesan insidente dahuluk konsekutivu ne'ebé hatudu ahu-ruin sira mutin ne'ebé maka rejista iha Great Barrier Reef.


 


"Temperatura aas sira ne'ebé kleur iha Great Barrier Reef durante tempu rai-manas [austral] no inísiu outonu halo ahu-ruin barak maka sai mutin iha fulan-Marsu", afirma hosi Karl Braganza.


 


Great Barrier Reef, klasifika hosi UNESCO hanesan Patrimóniu Humanidade nian iha tinan 1981, ho ahu-ruin individual sira hamutuk 2.500 ne'ebé maka halibur koral úniku sira, ikan ho espésie hamutuk 1.500 no balada-tasi sira rihun resin, hahú hetan estraga iha dékada 1990 tanba impaktu duplu hosi akesimentu tasi-been nian no aumentu hosi graun asidez nian tanba prezensa maka'as ida hosi dióksidu karbonu iha atmosfera.


 


ho Lusa

10
Jan18

2017 foi o terceiro ano mais quente desde que há registos na Austrália

SAPO TL

2017 foi o terceiro ano mais quente na Austrália desde que há registos, com uma temperatura média de 0,95 graus centígrados acima da média que foi registada entre 1961 e 1990, foi hoje revelado. 


 



Nascer do sol em Sydney. Foto@ Dean LEwins/Australia & New Zealand Out/EPA


 


No seu relatório anual, o Departamento de Meteorologia da Austrália (BOM, na sigla em inglês) explicou que tal sucedeu mesmo apesar da ausência do El Niño, o fenómeno meteorológico associado ao aumento das temperaturas, e do dipolo do Oceano Índico, que também se manteve neutro durante o ano passado.


 


O organismo indicou que o aquecimento associado às alterações climáticas provocado pela atividade humana se regista desde a década de 1950, observando que a temperatura na Austrália aumentou 1,1 graus centígrados desde o ano de 2010.


 


“Sete dos dez anos mais quentes na Austrália ocorreram desde 2005”, sendo que “a Austrália experimentou apenas um ano mais frio do que a média anual da última década”, afirmou o diretor da unidade de controlo do BOM, Karl Braganza, em comunicado.


 


Além disso, segundo o Departamento de Meteorologia da Austrália, a temperatura máxima no ano passado foi a segunda mais alta desde que o organismo iniciou o seu registo em 1910, com a marca de 48,2 graus centígrados a ser alcançada em 09 de fevereiro, em Tarcoola, no estado da Austrália do Sul.


 


Já a noite mais fria verificou-se em 16 de julho na localidade de Perisher Valley, no estado de Nova Gales do Sul, com 12,1 graus negativos.


 


Segundo o BOM, o dia mais chuvoso foi 30 de março, com a pluviosidade em Mt. Jukes, no estado de Queensland, a registar 635,0 milímetros. Já dois dias antes, no aeroporto da ilha Hamilton, também em Queensland, os ventos atingiram a marca de 263 quilómetros por hora.


 


O BOM também revelou que em 2017 a água do mar em torno da Austrália alcançou a nona temperatura mais elevada, confirmando que a Grande Barreira de Coral, no noroeste australiano, sofreu dois anos consecutivos do fenómeno de branqueamento dos corais.


 


Trata-se do primeiro incidente de branqueamento de corais consecutivo registado na Grande Barreira de Coral.


 


“As altas temperaturas prolongadas na Grande Barreira de Coral durante o verão [austral] e o início do outono provocaram um branqueamento em massa dos corais em março”, afirmou Karl Braganza.


 


A Grande Barreira de Coral, classificada pela UNESCO como Património da Humanidade em 1981, com 2.500 recifes individuais que albergam corais únicos, 1.500 espécies de peixe e milhares de tipos de moluscos, começou a deteriorar-se na década de 1990 devido ao duplo impacto do aquecimento da água do mar e do aumento do grau de acidez por causa de uma presença maior de dióxido de carbono na atmosfera.


 


Lusa

08
Nov17

Parlamentu mosambikanu ratifika Akordu Paris kona-ba mudansa klimátiku

SAPO TL

Asembleia Repúblika Mosambike nian ratifika ona iha loron-kuarta ne'e Akordu Paris kona-ba mudansa klimátiku ne'ebé maka nasaun asina ona durante Konferénsia ONU nian ne'ebé hala'o iha 2015, ne'ebé koñesidu ho naran COP 21. 


 



 


Prezidente hosi Asembleia Repúblika, Verónica Macamo, fó sai ona katak ratifikasaun ne'e halo ho konsensu no aklamasaun entre Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), partidu iha poder, Rezisténsia Nasional Mosambikanu (Renamo), partidu prinsipal opozisaun nian no Movimentu Demokrátiku Mosambike nian (MDM).


 


COP21 defini objetivu sira hodi hamenus efeitu sira hosi mudansa klimátiku nian.


 


Iha sesaun loron-kuarta nian, parlamentu mosambikanu nain ratifika ona Konvensaun hosi Uniaun Afrikanu kona-ba Protesaun ba Ema Deslokadu sira, no mós ho konsensu no aklamasaun.


 


ho Lusa

08
Nov17

Parlamento moçambicano ratifica Acordo de Paris sobre mudanças climáticas

SAPO TL

A Assembleia da República de Moçambique ratificou hoje o Acordo de Paris sobre mudanças climáticas que o país assinou durante a Conferência das Nações Unidas realizada em 2015, conhecida por COP 21. 


 



 


A presidente da Assembleia da República, Verónica Macamo, anunciou que a ratificação foi feita por consenso e aclamação entre a Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), partido no poder, Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), principal partido da oposição, e Movimento Democrático de Moçambique (MDM).


 


A COP21 definiu metas para a redução dos efeitos das mudanças climáticas.


 


Ainda na sessão de hoje, o parlamento moçambicano ratificou a Convenção da União Africana sobre Proteção das Pessoas Deslocadas, também por consenso e aclamação.


 


Lusa

30
Out17

ONU: Dióksidu karbonu iha atmosfera to'o nível rekord iha 2016

SAPO TL

Konsentrasaun hosi dióksidu karbonu (CO2) iha atmosfera responsável ba alterasaun klimátiku sira to'o ona nível rekord ida iha tinan 2016, fó sai hosi Organizasaun Mundial Meteorolojia, ne'ebé alerta ba possibilidade "aumentu perigozu hosi temperatura". 


 



 


"Ba dala ikus ne'ebé maka Rai rejista ona proporsaun ida hosi dióksidu karbonu hanesan maka iha tinan millaun tolu to'o millaun lima liubá: temperatura iha tempu ne'ebá maka 2º to'o 3º C [Celsius] aas liu no nível tasi nian iha tempu ne'ebá aas liu iha metru 10 no metru 20 relativu ho tempu atuál", refere hosi ajénsia ONU nian iha nia boletim anual kona-ba gás sira ho efeitu estufa nian.


 


ho Lusa

30
Out17

ONU: Dióxido de carbono na atmosfera atinge nível recorde em 2016

SAPO TL

As concentrações de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera responsáveis pelas alterações climáticas atingiram um nível recorde em 2016, anunciou hoje a Organização Mundial de Meteorologia, que alerta para uma possível "subida perigosa da temperatura".






 


"A última vez que a Terra registou um teor de dióxido de carbono comparável foi há três a cinco milhões de anos: a temperatura era 2º a 3ºC [Celsius] mais elevada e o nível do mar era superior em 10 a 20 metros relativamente ao atual", refere a agência das Nações Unidas, no seu boletim anual sobre gases com efeito de estufa.


 


Lusa

16
Out17

Loron Mundial Alimentasaun 2017 nian

SAPO TL

Tinan-tinan selebra Loron Mundial Alimentasaun nian iha loron 16 Outubru. 


 



 


Loron 16 Outubru marka loron hosi fundasaun ba Organizasaun ONU nian ba Alimentasaun no Agrikultura, iha tinan 1945.


 


Selebrasaun ba Loron Mundial Alimentasaun nian estabelese iha fulan-Novembru tinan 1979 hosi nasaun membru sira iha Konferénsia ba dala 20 hosi ONU ba Alimentasaun no Agrikultura. Iha loron ne'e hala'o atividade oioin relasionadu ho nutrisaun ho hahán, ho partisipasaun hosi nasaun 150 resin. Atividade sira hotu no informasaun sira seluk bele hetan iha site FAO nian.


 


Iha 2017, tema hosi Loron Mundial Alimentasaun nian maka: "Muda Futuru Migrasaun nian: Investe iha Seguransa Alimentar ho Dezenvolvimentu Rural".


 



 


@SAPO Timor-Leste

16
Out17

Dia Mundial da Alimentação 2017

SAPO TL

O Dia Mundial da Alimentação celebra-se anualmente a 16 de outubro. 






 


O dia 16 de outubro marca o dia da fundação da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, em 1945.


 


A celebração do Dia Mundial da Alimentação foi estabelecida em novembro de 1979 pelos países membros na 20ª Conferência da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura. Neste dia realizam-se muitas atividades relacionadas com a nutrição e a alimentação, com a participação de cerca de 150 países. Todos as atividades e informações podem ser encontradas no site FAO.


 


Em 2017 o tema do Dia Mundial da Alimentação é: "Mudar o Futuro da Migração: Investir em Segurança Alimentar e Desenvolvimento Rural".


 



 


@SAPO Timor-Leste

12
Out17

ONU: Tinan-tinan dezastre natural sira halo ona ema millaun 14 resin deslokadu

SAPO TL

Dezastre natural maka'as ne'ebé tinan-tinan afeta zona oioin iha mundu halo deslokamentu forsadu ba ema millaun 13,9, hatete hosi relatóriu hosi ajénsia ONU hodi Hamenus Risku sira Dezastre nian (UNISDR) iha loron-kuarta ne'e. 


 



 


Ho baze hosi métodu foun ida análize nian, relatóriu foun hosi UNISDR avalia ona informasaun sira relasionadu ho nasaun no teritóriu hamutuk 204 no konklui ona katak númeru ema deslokadu sira iha nível mundial sei aumenta nafatin, liuliu iha nasaun fraku sira, bainhira laiha progresu maka'as iha área sira prevensaun nian no hosi jestaun risku nian.


 


Estudu hosi ajénsia ONU nian, ne'ebé la inklui rai-maran ho aumentu hosi nível tasi nian tanba hanesan fenómenu natural sira hosi progresaun neineik, aponta ona ba inundasaun sira, ne'ebé nia frekuénsia aumenta iha nível mundial, hanesan dezastre natural ne'ebé hamosu deslokadu maka'as.


 


Maski hosi relasaun ne'ebé estabelese entre fenómenu natural sira ne'ebé maka'as tebes no deslokamentu forsadu hosi populasaun sira, responsável hosi estudu, Justin Ginnetti, realsa katak movimentasaun boot sira ne'e iha mós ligasaun ba falta governabilidade, ba kiak, ba diminuisaun hosi ekosistema sira no ba dezenvolvimentu urbanu ida ne'ebé konfuzu.


 


Furakaun ho siklone oioin, iha fulan hirak ikus ne'e, halo ona ema mate barak no halo estraga iha Caraíbas no iha Estadus Unidus. Hetan mós rekord ida hosi inundasaun iha nasaun sira hanesan Índia, Nepal ho Bangladexe.


 


Nasaun ualu hosi nasaun sanulu ne'ebé iha númeru boot deslokadu sira nian ka iha ema sira ne'ebé lakon uma tanba dezastre natural sira agora daudaun lokaliza iha súl no sudeste Ázia nian.


 


Tuir númeru sira ne'ebé aprezenta hosi UNISDR, Índia rejista ema deslokadu hamutuk millaun 2,3, tuir Xina (millaun 1,3) ho Bangladexe (millaun 1,2).


 


Lista hosi nasaun sanulu ne'e mós komposta hosi Vietname (millaun ida), Filipina (rihun 720), Birmánia (rihun 570), Pakistaun (rihun 460), Indonézia (rihun 380), Rúsia (rihun 250) ho Estadus Unidus (rihun 230).


 


ho Lusa

12
Out17

ONU: Desastres naturais provocam quase 14 milhões de deslocados por ano

SAPO TL

Os distintos desastres naturais que afetam anualmente várias zonas do mundo provocam o deslocamento forçado de 13,9 milhões de pessoas, indicou ontem um relatório da agência da ONU para a Redução dos Riscos de Desastres (UNISDR). 


 



 


Ao abrigo de uma nova metodologia de análise, o novo relatório da UNISDR avaliou os dados relativos a 204 países e territórios e concluiu que o número de pessoas deslocadas a nível mundial vai continuar a aumentar, nomeadamente nos países mais vulneráveis, caso não existam progressos significativos nas áreas da prevenção e da gestão de riscos.


 


O estudo da agência das Nações Unidas, que exclui as secas e o aumento do nível do mar por serem fenómenos naturais de progressão lenta, apontou as inundações, cuja frequência está a aumentar a nível mundial, como o desastre natural que provoca mais deslocados.


 


Apesar da relação estabelecida entre fenómenos naturais avassaladores e o deslocamento forçado de populações, o responsável do estudo, Justin Ginnetti, realçou que estas movimentações em massa estão igualmente ligadas à falta de governabilidade, à pobreza, à degradação dos ecossistemas e a um desenvolvimento urbano caótico.


 


Vários furacões e ciclones deixaram nos últimos meses um rasto de morte e de destruição nas Caraíbas e nos Estados Unidos. Também foi atingido um recorde de inundações em países como a Índia, Nepal e Bangladesh.


 


Oito dos dez países com o maior número de deslocados ou de pessoas que ficaram desalojadas por causa de desastres naturais estão localizados no sul e no sudeste da Ásia.


 


De acordo com os números apresentados pela UNISDR, a Índia regista 2,3 milhões de deslocados, seguida da China (1,3 milhões) e do Bangladesh (1,2 milhões).


 


Esta lista de dez países também é composta pelo Vietname (um milhão), Filipinas (720 mil), Birmânia (570 mil), Paquistão (460 mil), Indonésia (380 mil), Rússia (250 mil) e Estados Unidos (230 mil).


 


Lusa

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