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Hora do Planeta

14
Jun17

Mostrar amor pelos oceanos

SAPO TL

Um belíssimo filme revela-nos tudo o que os oceanos nos dão. E faz-nos pensar ‘e nós, o que damos em troca?’ 




 


Basta um minuto, um simples minuto para sensibilizar a humanidade para a importância dos oceanos e a necessidade de os preservar. Basta um minuto e um filme extremamente bem feito, com o actor mexicano Diego Luna, que tem vindo a revelar-se um paladino da causa. Ainda esta semana o actor activista esteve presente na Semana dos Oceanos das Nações Unidas.


 


Intitulado “What The Ocean Gives Us”, o vídeo foi gravado em conjunto com a marca de cerveja mexicana Corona e a Parley, uma das ONG que melhor promove a defesa dos oceanos e pretende ainda chamar a atenção para o projecto conjunto de proteger 100 ilhas da ameaça dos plásticos nos oceanos. Um projecto que se estende até 2020.


 



 


Fonte: Green Savers

21
Jan16

Oceanos podem ter mais plástico do que peixe em 2050

SAPO TL

Um novo estudo garante que todos os anos 8 milhões de toneladas de plástico vão parar ao fundo dos oceanos e a tendência é de aumento. A economia perde 95% das embalagens que produz após primeira utilização.




 Foto: Epifânio Sarmento@ SAPO TL


 


Se a tendência não for invertida, em 2050, a quantidade de plástico nos oceanos deverá superar a de peixe, alerta um estudo divulgado na terça-feira pela Fundação Ellen MacArthur, em parceira com a consultoria McKinsey.


 


Estima-se que, atualmente, mais de 150 milhões de toneladas de plástico estejam a poluir os oceanos. De acordo com o estudo, em 2014, a proporção de toneladas de lixo para peixe era de um para cinco. Caso não se altere a tendência, em 2025, será de um para três.


 


Pelo menos 8 milhões de toneladas de plástico vão parar todos os anos aos oceanos, o mesmo que um camião de lixo por minuto, lê-se no relatório.


 


O estudo refere que a economia perde 95% das embalagens de plástico após a primeira utilização, num valor estimado de 80 a 120 mil milhões de dólares.


 


Para reverter o cenário, o estudo, propõe a criação de um novo sistema para reduzir o desperdício de plástico na natureza e um novo órgão independente que regule o setor.


 


O estudo refere que uma mudança exige a cooperação mundial entre empresas de bens de consumo, produtores de embalagens, empresas responsáveis pela recolhe de lixo, cidades, políticos e outras organizações.


 


com Lusa/AFP

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