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Hora do Planeta

11
Mar16

Dióxido de carbono iha atmosfera rejista aumentu rekorde iha 2015

SAPO TL

Dióxido de carbono (CO2) iha atmosfera rejista aumentu rekorde, ho kresimentu 3,05 partes hosi millaun (ppm) iha 2015 - Tuir medisaun estasaun referénsia Mauna Loa, iha Hawai.





 


Tuir Ajénsia Oseánika no Atmosférika (NOAA, iha inglés), informa iha loron-kinta ne’e katak  aumentu "importante" ne’e iha tanba mosu korrente mariña manas iha Pasífiku ho naran El Niño. Korrente ne’e sei mosu hikas iha kada tinan tolu to’o lima no provoka mudansa iha floresta no ekosistema terrestre sira seluk, ne’ebé hamosu modifikasaun klima no aumentu udan, esplika NOAA.


 


Ajénsia ne’e hanoin hikas katak aumentu CO2 markadu liu to’o ohin loron mak iha 1998, tinan ne’ebé El Niño maka’as tebes. "Impaktu El Niño iha konsentrasaun CO2 hanesan fenómenu naturál ho durasaun barak", haktuir sekretáriu-jerál Organizasaun Meteorolójika Mundiál (OMM) nian, Petteri Taalas. "Maibé emisaun gás tanba efeitu estufa mak mais hosi atividade ema nian hanesan prinsipál fatór tempu naruk nian ne’ebé justifika  aumentu CO2 atmosfériku. Ita iha meiu no responsabilidade hodi redús", afirma iha komunikadu.


 


Iha fulan-novembru OMM sei publika relatóriu ida kona-ba konsentrasaun gás tanba efeitu estufa iha planeta, ho dadus hosi nasaun 50, iha ne’ebé inklui estasaun ho altitude boot hanesan Alpes, Andes no Himalaias, no mós Ártico, Antártida no súl Pasífiku.


 


Maibé hatene ona katak iha fulan-janeiru no fevereiru 2016 konsentrasaun mensál média CO2 nian iha planeta aas liu limite simbóliku 400 ppm. Iha fevereiru, nível ne’e iha 402,59 ppm, haktuir NOAA. Iha marsu 2015, konsentrasaun mundiál média mensál CO2 nian iha atmosfera ba dala uluk aas liu barreira 400 ppm.


 


To’o mosu revolusaun industriál no jeneralizasaun iha uzu enerjia fósil boboot, taxa ne’e la supera 300 ppm - portantu, durante pelumenus tinan 800.000. Observatóriu Mauna Loa hanesan estasaun medisaun atmosférika antiga liu no konsidera hanesan fatin referénsia ba rede OMM nian.


 


SAPO TL ho AFP


 

11
Mar16

Dióxido de carbono na atmosfera regista aumento recorde em 2015

SAPO TL

O dióxido de carbono (CO2) na atmosfera registou um aumento recorde, com um crescimento de 3,05 partes por milhão (ppm) em 2015 - segundo medições da estação de referência de Mauna Loa, no Hawai.







 


Segundo informou esta quinta-feira a Agência Oceânica e Atmosférica (NOAA, em inglês), este "importante" aumento explica-se em especial pelo surgimento da corrente marinha quente do Pacífico conhecida como El Niño. Esta corrente reaparece a cada três a cinco anos e provoca mudanças em florestas e outros ecossistemas terrestres, que reagem a modificações no clima e ao aumento das precipitações, explicou a NOAA.


 


A agência recordou que o aumento de CO2 mais marcado até hoje tinha sido em 1998, um ano no qual o El Niño também foi muito intenso. "O impacto do El Niño nas concentrações de CO2 é um fenómeno natural de curta duração", apontou o secretário-geral da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Petteri Taalas. "Mas as emissões de gases de efeito de estufa provenientes das atividades humanas são o principal fator de longo prazo que justifica o aumento do CO2 atmosférico. Temos os meios e a responsabilidade de reduzí-los", afirmou em comunicado.


 


A OMM publicará em novembro um relatório sobre as concentrações de gases de efeito de estufa no planeta, com dados provenientes de 50 países, onde se incluem estações de grande altitude como os Alpes, os Andes e os Himalaias, assim como do Ártico, da Antártida e do sul do Pacífico.


 


Mas já se sabe que em janeiro e fevereiro de 2016 a concentração mensal média de CO2 no planeta superou o limite simbólico de 400 ppm. Em fevereiro, o nível estava em 402,59 ppm, segundo a NOAA. Em março de 2015, a concentração mundial média mensal de CO2 na atmosfera superou pela primeira vez a barreira dos 400 ppm.


 


Até à chegada da revolução industrial e à generalização do uso massivo de energias fósseis, essa taxa não superou os 300 ppm - portanto, durante pelo menos 800.000 anos. O observatório de Mauna Loa é a estação mais antiga de medição atmosférica e é considerada um local de referência para a rede da OMM.


 


@AFP



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