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Hora do Planeta

16
Set16

O ano de 2016 está a caminho de tornar-se no mais quente da história

SAPO TL

A Organização Meteorológica Mundial (OMM) indicou hoje que 2016 está a caminho de se converter no ano mais quente de que há registos históricos e este pode ser o padrão de uma nova realidade. 


 



Pôr-do-sol em Hanover, Alemanha. Foto@ Julian Stratenschulte / EPA


 


“Fomos testemunhas de um período prolongado de calor extraordinário e tudo indica que se isto se converterá na nova norma”, afirmou Petteri Taalas, secretário-geral da OMM, citado pela agência EFE.


 


O ano está a ser marcado pelo registo de níveis de concentração de dióxido de carbono extremamente altos e pela quebra sucessiva de recordes de temperatura, assinalou ainda o finlandês que dirige a agência das Nações Unidas para o clima.


 


Esta situação e o aquecimento das águas dos oceanos esteve na origem do fenómeno de branqueamento dos corais, sublinhou ainda.


 


“O período excecionalmente prolongado de aquecimento global continuou em agosto, que foi o mais quente nos registos tanto na superfície da terra como nos oceanos”, acrescentou a porta-voz da OMM, Claire Nullis, que citou dados da agência espacial norte-americana (NASA) e do Centro Europeu para as Previsões Meteorológicas a Médio Prazo.


 


Por outro lado, de acordo com os últimos dados, também a superfície de gelo do Ártico alcançou durante o verão boreal, no passado dia 10 de setembro, a segunda mais pequena extensão de sempre, desde que começaram a ser realizados registos por satélite, há 37 anos. A extensão da superfície de gelo este ano apenas é comparável com a verificada em 2007.


 


A extensão de gelo no Ártico foi de 4,14 milhões de quilómetros quadrados e os cientistas acreditam que a situação só não foi mais dramática devido ao verão fresco este ano nessa parte do mundo, em razão de períodos nublados e tempestades regulares.


 


“Essas condições climatéricas desaceleram a perda de gelo durante o verão, mas no essencial estamos apenas um degrau abaixo do recorde”, indicou Nullis.


 


A menor superfície de gelo ártico data de 17 de setembro de 2012, quando diminuiu até aos 3,39 milhões de quilómetros quadrados.


 


com Lusa

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