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Hora do Planeta

14
Mar16

Fevereiru hanesan manas liu 1,35º iha mundu tomak

SAPO TL

Fevereiru hanesan manas liu 1,35º duké temperatura médiu istóriku hosi fulan ne'e iha mundu tomak. 


 



Klima ne'ebé manas iha Sydney, Austrália. EPA@ Dean Lewins


 


Temperatura globál sira iha fulan-Fevereiru halo rekord istóriku ho marjen boot ida, haktuir hosi informasaun sira hosi ajénsia norte-amerikanu NASA, ne'ebé fó hanlin fali nesesidade ba medida sira ne'ebé bele hamenus alterasaun klimátiku sira.


 


Tuir NASA, temperatura globál sira sa'e ba 1,35º relasionadu ho temperatura média sira ba fulan ne'e ne'ebé sukat iha períudu tinan 1951 no 1980. "Hanesan xoke boot ida no lembransa ida hosi aumentu ida ne'ebé akontese beibeik hosi temperatura globál sira ne'ebé mosu tanba gás sira ho efeitu estufa ne'ebé ema moris halo", hakerek hosi Jeff Masters ho Bob Henson iha blog Weather Underground, ne'ebé analiza ona informasaun sira.


 


Iha fulan-Janeiru mosu ona rekord ida hosi temperatura nian, ho termómetru sira sa'e ba 1,15 ho relasaun ba média globál iha fulan ne'ebá.


 


Weather Underground esplika mós katak maski iha fenómenu ne'e mosu hosi El Niño, iha Oseanu Pasífiku, lia loos maka temperatura sira aumenta liu iha El Niño ikus ne'e iha tinan 1998, fenómenu ida ne'ebé sai violentu liu hanesan iha tinan ne'e.


 


"Ita iha situasaun ida hanesan emerjénsia klimátiku", esplika ona ba Fairfax Media hosi Stefan Rahmstorf, hosi Postdam Institute of Climate Impact Research, hosi Alemaña. "Ne'e hanesan inkrivel tebes no nunka akontese", nia hakotu.


 


Fonte: Green Savers

14
Mar16

Fevereiro foi 1,35º mais quente em todo o mundo

SAPO TL

Fevereiro foi 1,35º mais quente que a temperatura média histórica do mês em todo o mundo. 


 



O clima quente em Sydney, Austrália. EPA@ Dean Lewins




As temperaturas globais do mês de Fevereiro bateram todos os recordes históricos por uma larga margem, de acordo com dados da agência norte-americana NASA, que voltou a relembrar a necessidade de medidas que mitiguem as alterações climáticas.


 


De acordo com a NASA, a temperaturas globais subiram 1,35º em relação às temperaturas médias para este mês medidas no período entre 1951 e 1980. “É um grande choque e mais uma lembrança da subida incessante das temperaturas globais resultantes de gases com efeito de estufa produzidos pelo Homem”, escreveram Jeff Masters e Bob Henson no blog Weather Underground, que analisou os dados.


 


Na verdade, o mês de Janeiro já tinha batido todos os recordes de temperatura, com os termómetros a subirem 1,15ºC em relação à media global daquele mês.


 


O Weather Underground explica ainda que, embora parte deste fenómeno tenha sido originado pelo El Niño, no Oceano Pacífico, a verdade é que as temperaturas foram mais altas que as ocorridas no último El Niño, em 1998, um fenómeno que foi tão violento como o deste ano.


 


“Estamos numa espécie de emergência climática”, explicou à Fairfax Media Stefan Rahmstorf, do Postdam Institute of Climate Impact Research, da Alemanha. “Isto é realmente incrível e sem precedentes”, concluiu.


 


Fonte: Green Savers

07
Mar16

Agricultura africana deve mudar para sobreviver às alterações climáticas - estudo

SAPO TL

A agricultura da África Subsaariana, em particular a produção de feijão, milho e bananas, deverá sofrer profundas transformações para sobreviver às alterações climáticas, alerta um estudo publicado na Nature Climate Change. 


 



Foto@ FAO


 


Cientistas da Universidade de Leeds estudaram as transformações necessárias para manter os níveis de produção agrícola da região, evitando deixar em risco a segurança alimentar e a sobrevivência dos pequenos agricultores da África Subsaariana.


 


"Este estudo mostra onde, e mais crucialmente quando, é necessário fazer intervenções para impedir que as alterações climáticas destruam fontes vitais de alimentos em África", disse o cientista que coordenou o estudo, Julian Ramirez-Villegas da Universidade de Leeds.


 


com Lusa

07
Mar16

Agrikultura afrikanu tenki muda hodi bele moris hasoru alterasaun klimátiku - estudu

SAPO TL

Agrikultura hosi Áfrika subsarianu, liuliu iha produsaun koto nian, batar no hudi sira, sei hetan transformasaun maka'as hodi bele moris hasoru alterasaun klimátiku sira, alerta hosi estudu ida ne'ebé publika iha Nature Climate Change.  


 



Foto@ FAO 


 


Sientista sira hosi Universidade Leeds estuda ona transformasaun nesesáriu sira hodi mantén nível sira produsaun agríkola nian iha rejiaun, hodi bele evita risku ba seguransa hahán nian no sobrevivénsia hosi agrkultór ki'ik sira iha Áfrika Subsarianu nian.


 


"Estudu ne'e hatudu iha ne'ebé, no liuliu bainhira, maka presiza halo intervensaun sira hodi impede atu alterasaun klimátiku sira estraga fonte importante sira hosi hahán iha Áfrika", hatete hosi sientista ne'ebé kordena estudu, Julian Ramirez-Villegas hosi Universidade Leeds.


 


ho Lusa

07
Dez15

Ba dala uluk Pekin dekreta alerta mean tanba poluisaun

SAPO TL

Iha loron-segunda ne'e autoridade sira hosi Pekin dekreta ona, ba dala uluk iha istória sidade nian, alerta mean ida tanba poluisaun, ne'ebé hamosu kalohan maka'as iha rejiaun tomak no obriga taka serbisu públiku no eskola sira.




EPA@ How Hwee Young


 


Hahú loron-segunda dadeer maka karreta privadu sira hetan bandu hodi labele la'o iha kapitál Xina nian, no 30% hosi karreta ofisiál sira para iha garajen sira, no bandu mós lansamentu fogete sira no tunu na'an sira.


 


Tuir Gabinete Protesaun ba Ambiente hosi Pekin, ne'ebé publika ona dekretu ne'e iha nia site rasik, hahú agora, konstrusaun públiku sira sei para no fábrika industriál sira sei implementa medida sira hodi labele hapara produsaun.


 


"Ema sira tenki halo buat di'ak hodi bele hamenus atividade sira iha ár livre. Bainhira envolve iha atividade sira ne'e, tenki uza máskara ka foti medida adekuadu sira ba protesaun nian", hatete iha dokumentu ne'e.


 


Akonsella ona hodi taka jardin infánsia sira, eskola primária no sekundáriu sira, hatutan iha dekretu ne'e. Alerta mean ne'e karik sei hanaruk to'o oras 72 oinmai no hanesan nível máximo iha eskala ida dahaat nian.


 


Pekin nunka dekreta alerta mean hodi hatán ba programa ida emerjénsia nian tanba poluisaun iha ár, kriadu iha 2013, maski iha situasaun todan sira ne'ebé sidade ne'e hasoru beibeik.


 


Alerta mean iha loron-segunda mosu liutiha semana ida hafoin mosu kalohan poluisaun ida nian ho konsentrasaun maka'as hosi PM2.5 - partíkula mikroskópiku sira ne'ebé prejudisiál ne'ebé bele afeta pulmaun sira -, atinji to'o 634 mikrograma metru kúbiku, haktuir hosi leitura ida hosi embaixada Estadus Unidus nian iha Pekin.


 


Tuir organizasaun Mundiál ba Saúde (OMS), partíkula máximo hosi PM2.5 maka 25 mikrograma metru kúbiku de'it.


 


Medida ne'e mosu mós iha tempu ne'ebé hala'o iha Paris Simeira kona-bá Klima (COP21), ne'ebé insisti ona ba prezidente xinés, Xi Jinping, hodi harii polítika "matak" hodi kombate emisaun ba gás poluente sira.


 


Xina ne'ebé hanesan nasaun ne'ebé hanesan prinsipál poluidór iha mundu fó sai ona iha loron-kuarta liubá intensaun hodi hamenus ba 60% emisaun sira hosi "prinsipál poluente sira" hosi nia fábrika karvaun sira to'o tinan 2020, hodi moderniza estrutura sira.


 


ho Lusa

07
Dez15

Pequim decreta pela primeira vez alerta vermelho devido à poluição

SAPO TL

As autoridades de Pequim decretaram esta segunda-feira, pela primeira vez na história da cidade, um alerta vermelho devido à poluição, que está a enevoar toda a região e obrigou ao encerramento de vários serviços públicos e de escolas.




EPA@ How Hwee Young


 


Desde a manhã de segunda-feira que metade das viaturas privadas está proibida de circular na capital da China, enquanto 30 por cento da frota de carros oficiais permanece nas garagens, tendo sido proibido também o lançamento de fogo de artifício e a realização de churrascos.


 


Segundo o Gabinete de Proteção do Ambiente de Pequim, que publicou o decreto no seu próprio sítio na Internet, a partir de agora, as construções públicas vão parar, enquanto poucas serão as fábricas industriais que terão de implementar medidas para limitar o parar a produção.


 


"As pessoas devem fazer o melhor que podem para reduzir as atividades ao ar livre. Se está envolvido nessas atividades, deve utilizar uma máscara ou tomar medidas adequadas de proteção", lê-se no documento.


 


Jardins de infância, escolas primárias e secundárias foram aconselhadas a fecharem rapidamente as portas, acrescenta-se no decreto. O alerta vermelho deverá prolongar-se pelas próximas 72 horas e é o nível máximo numa escala de quatro.


 


Pequim nunca tinha decretado o alerta vermelho como resposta a um programa de emergência devido à poluição do ar, criado em 2013, mesmo apesar das frequentes situações graves de que a cidade é alvo.


 


O alerta vermelho de segunda-feira surge uma semana após a permanência do ar de uma nuvem cinzenta de poluição com grande concentração de PM2.5 - partículas microscópicas nocivas que se fixam em plenos pulmões se inaladas -, tendo atingido 634 microgramas por metro cúbico, segundo leituras da embaixada dos Estados Unidos em Pequim.


 


Segundo a organização Mundial de Saúde (OMS), o máximo de partículas de PM2.5 é de apenas 25 microgramas por metro cúbico.


 


A medida surge também numa altura em que decorre em Paris a Cimeira sobre o Clima (COP21), onde o presidente chinês, Xi Jinping, foi instado a criar políticas "verdes" para combater a emissão de gases poluentes.


 


Principal país poluidor no mundo, a China anunciou quarta-feira última a intenção de reduzir em 60% as emissões dos "principais poluentes" das suas fábricas de carvão até 2020, modernizando as estruturas.


 


com Lusa

27
Nov15

Eis-Prezidente lidera delegasaun Timor-Leste nian iha simeira Paris

SAPO TL

Eis-Prezidente Timor-Leste nian, José Ramos-Horta, sei lidera delegasaun timoroan nian iha konferénsia ONU nian kona-bá alterasaun klimátiku (COP21) ne'ebé hahú iha loron-segunda iha Paris, konfirma ona hosi membru ida ezekutivu nian ba Lusa.




Fonte: José Ramos-Horta 1996 Nobel Peace Prize Laureate




Constâncio Pinto, ministru hosi Komérsiu, Indústria no Ambiente, hatete ba Lusa katak Ramos-Horta nomeadu hosi Prezidente timoroan, Taur Matan Ruak, no hosi primeiru-ministru Rui Maria de Araújo, hodi aprezenta pozisaun sira hosi Timor-Leste nian iha simeira kona-bá klima.


 


Timor-Leste hakarak fó nia ezemplu rasik kona-bá impaktu hosi alterasaun klimátiku tanba, hanesan nasaun sira seluk hosi Pasífiku, hahú senti ona efeitu sira, liuliu ho mudansa sira iha padraun ba udan ne'ebé akontese durante loron badak maibé maka'as liu.


 


Ne'e hetan ona detalle iha konferénsia foun hamutuk ida hosi Governu timoroan no hosi UE iha Díli, halo hamutuk ho semana Alterasaun Klimátiku nian no antesipa konferénsia kona-bá klima iha Paris.


 


Constâncio Pinto destaka katak kombate hasoru alterasaun klimátiku sira "hanesan preokupasaun ida" iha nasaun no reuniaun iha Paris hanesan oportunidade ida hodi hametin ajenda internasionál ne'e. "Iha Timor-Leste, hanesan fatin sira seluk iha planete, senti ona impaktu ne'e. Ami haree estraga sira ne'ebé udan halo no nia folin ne'ebé reprezenta", nia hatete.


 


Bainhira hatán kona-bá medida sira ne'ebé Governu foti daudaun hodi proteje ambiente, inklui hamoos foer sira, hamoos mota sira no kampaña informasaun nian, Constâncio Pinto fó hanoin "dezafiu boot sira" ne'ebé maka nasaun hasoru.


 


"Hanesan kestaun transversál sira ne'ebé eziji envolvimentu hosi parte oioin. Iha esforsu sira hosi ami nia parte, inklui konferénsia sira hodi sensibiliza kona-bá kestaun ambientál sira no sei hahú harii sentru ida hodi sunu foer sira, ho investimentu ida hamutuk dolár millaun 150", nia hatete.


 


"Hanesan dezafiu ida ba governu timoroan no ami sei esforsa hodi rezolve no hatán ba dezafiu ne'e. Maibé ami ladún iha rekursu ema nian no mós finansiamentu, ne'ebé halo susar ami nia intervensaun iha área sira ne'e. Ami labele hatán ba buat hotu iha tempu hanesan", nia hatutan. Timor-Leste ratifika ona iha 2006 Konvensaun hosi ONU kona-bá Alterasaun Klimátiku sira (UNFCCC) no adere mós ba faze daruak hosi Protokolu Quioto nian.


 


Iha tinan hirak ikus ne'e, Timor-Leste hala'o ona inisiativu oioin iha área ne'e, inklui projetu ki'ik sira hosi infraestrutura agríkola nian, reabilitasaun ba ai-hun mangál, projetu sira hodi hamoos bee no kampaña oioin informasaun nian no edukasaun kona-bá tema ambiente sira nian.


 


COP21, ne'ebé sei hala'o entre loron 30 Novembru no 11 Dezembru, sei halibur iha Paris pelumenus xefe Estadu no Governu hamutuk na'in 147, entre sira reprezentante hosi nasaun 195, ne'ebé hakarak hetan akordu vinkulativu ida kona-bá diminuisaun hosi emisaun gás sira ho efeitu estufa ne'ebé permiti limita akesimentu ba temperatura média globál hosi atmosfera ba sentígradu rua aas liu hosi valór ne'ebé rejista antes akontese revolusaun industriál.


 


ho Lusa

27
Nov15

Ex-Presidente lidera delegação de Timor-Leste a cimeira de Paris

SAPO TL

O ex-presidente de Timor-Leste, José Ramos-Horta, vai liderar a delegação timorense à conferência da ONU sobre alterações climáticas (COP21) que começa na segunda-feira em Paris, confirmou à Lusa um membro do executivo.




Fonte: José Ramos-Horta 1996 Nobel Peace Prize Laureate




Constâncio Pinto, ministro do Comércio, Indústria e Ambiente, disse à Lusa que Ramos-Horta foi nomeado pelo Presidente timorense, Taur Matan Ruak, e pelo primeiro-ministro, Rui Maria de Araújo, para apresentar as posições de Timor-Leste na cimeira do clima.


 


Timor-Leste quer dar o seu próprio exemplo sobre o impacto das alterações climáticas uma vez que, como outras nações do Pacífico, começou já a sentir efeitos, nomeadamente com mudanças no padrão das chuvas, que ocorrem durante menos dias mas com mais intensidade.


 


Isso mesmo foi detalhado numa recente conferência conjunta do Governo timorense e da UE em Díli, coincidindo com a semana da Alteração Climática e em jeito de antecipação da conferência de clima de Paris.


 


Constâncio Pinto destacou que o combate às alterações climáticas "é uma preocupação" no país e que a reunião de Paris é uma oportunidade para consolidar esta agenda internacional. "Em Timor-Leste, como noutros pontos do planeta, já se começa a sentir esse impacto. Notamos os danos que as chuvas causam e o custo que representam", disse.


 


Questionado sobre as medidas que o Governo tem vindo a tomar para proteger o ambiente, incluindo a limpeza de lixo, a limpeza das ribeiras e campanhas de informação, Constâncio Pinto recordou "os enormes desafios" que o país enfrenta.


 


"São questões transversais, que exigem o envolvimento de várias partes. Há esforços da nossa parte, incluindo conferências para sensibilizar sobre as questões ambientais e vai começar a ser construído um centro de incineração de lixos, num investimento de 150 milhões de dólares", disse.


 


"É um desafio para o governo timorense e vamos esforçar-nos para resolver e responder a este desafio. Mas temos falta de recursos humanos e também de financiamento, o que dificulta a nossa intervenção nestas áreas. Não podemos responder a tudo ao mesmo tempo", afirmou. Timor-Leste ratificou em 2006 a Convenção das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (UNFCCC) tendo aderido também à segunda fase do Protocolo de Quioto.


 


Nos últimos anos, Timor-Leste tem realizado várias iniciativas neste quadro, incluindo pequenos projetos de infraestruturas agrícolas, a reabilitação de mangais, projetos de limpeza de água e várias campanhas de informação e educação sobre temas ambientais.


 


A COP21, que decorrerá entre 30 de novembro e 11 de dezembro, vai reunir em Paris pelo menos 147 chefes de Estado e de Governo, entre os representantes de 195 países, que tentarão alcançar um acordo vinculativo sobre redução de emissões de gases com efeito de estufa que permita limitar o aquecimento da temperatura média global da atmosfera a dois graus centígrados acima dos valores registados antes da revolução industrial.


 


com Lusa

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