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Hora do Planeta

29
Mar19

Makau desliga ahi sira iha loron-sábadu ne'e ba "Earth Hour", inklui kazinu sira

SAPO TL

Makau sei desliga, iha loron-sábadu ne'e, durante minutu 60, "ahi sira ne'ebé la presiza" hodi hamutuk dala ida tan ba Earth Hour, inisiativu global ne'ebé maka estende mós ba kazinu sira iha teritóriu.

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Entre tuku 20:30 to'o tuku 21:30, Makau sei kumpri "apagaun mundial" durante oras ida ne'ebé promove hosi Fundu Mundial ba Moris Selvajen ho Natureza (WWF), hodi apoia "konservasaun enerjia no hamenus emisaun sira", hatete hosi Gabinete ba Dezenvolvimentu hosi Área Enerjétiku, iha komunikadu.

 

Tinan ne'e, hamutuk ona ba inisiativu ponte tolu ne'ebé liga península Makau ba illa Taipa, operador neen kazinu nian, edifísiu sira hosi serbisu governamental sira no "edifísiu simbóliku sira hosi sidade".

Governu, ne'ebé hamutuk ba dala 11 ba movimentu global ne'e, apela mós ba partisipasaun hosi sidadaun tomak no empreza sira hosi área industrial ho komersial.

 

Earth Hour hahú iha tinan 12 liubá iha Sydney, ne'ebé kalkula ona katak ema millaun rua resin kolabora ona ho apagaun ne'e hodi poupa enerjia ne'ebé uza iha sidade hosi 2% ba 10%.

 

Maibé, Earth Hour sai ona hanesan "movimentu ida ne'ebé la'ós de'it hodi hamate ahi", esplika hosi Miguel Ángel Valadares, hosi WWF, entidade ne'ebé hein katak sei envolve sidadaun millaun resin iha mundu tomak, ba ajénsia notísia Efe.

Novidade iha tinan ne'e inklui apelu adisional tolu ba loron tomak: la han na'an, la konsumi plástiku sira no la emiti CO2, hanesan kontributu partikular sira hodi ajuda hamenus lakon biodiversidade sira.

 

Iha loron-sábadu ne'e, kalkula katak autarkia ho empreza sira hamutuk millaun resin hosi kuaze nasaun hamutuk 190 sei hamutu hodi desliga ahi iha nível mundial durante oras ida, asaun ne'ebé hala'o ona dezde tinan 2007.

 

Fonte: Ajénsia Lusa

29
Mar19

Macau desliga luzes este sábado pela "Hora do Planeta", incluindo casinos

SAPO TL

Macau vai desligar este sábado, durante 60 minutos, todas as “luzes desnecessárias”, juntando-se mais uma vez à Hora do Planeta, iniciativa global que se estende aos casinos do território.

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Entre as 20:30 e as 21:30, Macau vai cumprir o “apagão mundial” de uma hora promovido pelo Fundo Mundial para a Vida Selvagem e Natureza (WWF), apoiando a “conservação de energia e a redução de emissões”, indicou o Gabinete para o Desenvolvimento do Setor Energético, em comunicado.

 

Este ano, juntam-se à iniciativa as três pontes que ligam a península de Macau à ilha da Taipa, as seis operadoras de casinos, os edifícios dos serviços governamentais e alguns dos “edifícios mais emblemáticos da cidade”.

O Governo, que se junta pela 11.ª vez ao movimento global, apelou ainda à participação de todos os cidadãos e das empresas dos setores industrial e comercial.

 

A Hora do Planeta começou há 12 anos em Sydney, onde se estima que mais de dois milhões de pessoas colaboraram com o apagão para uma poupança de 2% a 10% da energia consumida na cidade.

 

No entanto, a Hora do Planeta converteu-se “num movimento que vai muito mais além” do que apagar a luz, explicou à agência de notícias Efe Miguel Ángel Valadares, da WWF, entidade que espera voltar a envolver milhares de cidadãos em todo o mundo.

 

A novidade este ano inclui três apelos adicionais para todo o dia: não comer carne, não consumir plásticos e não emitir CO2, como contributos particulares para ajudar a reduzir a perda de biodiversidade.

Este sábado, estima-se que milhares de autarquias e empresas de quase 190 países juntar-se-ão a este apagão mundial de uma hora que se realiza desde 2007.

 

 

 

Fonte: Agência Lusa

14
Mar19

Governu Makau hakarak aplika taxa ba saku plástiku sira

SAPO TL

Iha loron-kinta ne'e Governu Makau fó sai intensaun hodi aplika taxa sira ba saku plástiku sira, medida ida ne'ebé kleur ona husu hosi ativista ambiental sira, no promete ona hodi avansa ho bandu hosi material sira seluk.

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Proposta lei ne'e aprezenta ona iha konferénsia imprensa hosi Konsellu Ezekutivu.

Governu hato'o katak "fornesimentu hosi saku plástiku sira iha asaun fa'an nian sei efetua ho obrigatóriu ho títulu todan ida" ka liuhosi "folin fiksu ida liuhosi despaxu hosi xefe ezekutivu", hatete hosi porta-vós hosi Konsellu Ezekutivu.

 

Leong Heng Teng esplika ona katak kobransa sei aplika ba "tipu tomak hosi saku plástiku sira", maibé lei haree ba esepsaun sira "tanba razaun hijiene ho seguransa nian", liuliu iha kazu sira ba "ai-moruk sira no hahán sira ne'ebé ladún falun ho di'ak".

 

"Iha 2017, ami produz ona foer ho tonelada 1.400 no 23% koresponde ba plástiku, ne'ebé 13% hanesan saku plástiku sira", fó hanoin hosi diretor hosi Serbisu sira Protesaun Ambiental nian, Tam Vai Man, ne'ebé marka prezensa iha konferénsia imprensa.

Nune'e, Tam Vai Man garanti ona katak "hakat tuirmai" maka "hamenus material sira seluk".

 

Proposta, ne'ebé kalkula multa sira entre pataka rihun ida to'o rihun sanulu (entre euro 100 to'o rihun resin), agora sei ba diskusaun iha Asembleia Lejislativu Makau nian.

Deputadu ho ativista sira husu beibeik medida lejislativu sira hosi protesaun ambiental nian, liuliu kona-ba plástiku deskartável.

 

Tuir Governu, maioria hosi partisipante sira hosi konsulta públika konsidera ona "uzu maka'as" hosi saku plástiku sira hanesan "situasuan krítiku ida" iha teritóriu, ne'ebé iha 2017 rejista ona lixu maka'as "tuir kapita" duké iha Pekin, Xangai ka Hong Kong.

 

Iha fulan-Agostu nia rohan, petisaun ida hasoru uza plástiku deskartável halibur ona asinatura rihun resin iha Makau. Hodi hatán, Governu promete ona "estudu ho di'ak no neineik ba serbisu lejislativu sira [kona-ba protesaun ambiental nian]".

 

Iha deklarasaun sira ba Lusa, Annie Lao, personajen prinsipal ida hosi petisaun, konsidera ona asaun Governu nian hanesan la sufisiente, "iha termu polítika sustentável nian", hatudu preokupasaun ho kazino sira iha teritóriu ne'ebé, tuir ativista nia opiniaun, hanesan utilizador maka'as hosi rekursu sira hanesan "bee, enerjia ho plástiku".

 

Iha loron dahuluk tinan 2019 nian, grupu hoteleiru ho operadora jogu nian Sands China anunsia bandu hodi la uza palliña plástiku nian, hodi kalkula hamenus palliña hamutuk millaun 2,2 tinan-tinan, ka, tonelada ida hosi plástiku. Iha 2017, propriedade sira hosi empreza simu ona vizitante sira hamutuk millaun 97 resin.

 

MGM, ho kazinu rua iha Makau, promete mós hodi la uza plástiku tomak ho utilizasaun úniku, durante trimestre dahuluk tinan nian.

 

Iha Makau laiha fábrika ruma hodi halo saku plástiku sira ne'ebé maka importa hosi Xina, Vietnam, Hong Kong, ho fatin sira seluk.

 

Lusa

14
Mar19

Governo de Macau quer aplicar taxas sobre sacos de plástico

SAPO TL

O Governo de Macau anunciou hoje a intenção de aplicar taxas sobre os sacos de plástico, uma medida há muito exigida por ativistas ambientais, e prometeu avançar com a restrição de outros materiais.

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A proposta de lei foi apresentada em conferência de imprensa do Conselho Executivo.

O Governo propõe que “o fornecimento de sacos de plástico nos atos de venda a retalho seja efetuado obrigatoriamente a título oneroso”, ou seja, através de “um preço a fixar por despacho do chefe do executivo”, disse o porta-voz do Conselho Executivo.

 

Leong Heng Teng explicou que a cobrança se aplica a “todos os tipos de sacos de plástico”, mas que a lei prevê exceções "por razões de higiene e segurança”, nomeadamente em casos de “medicamentos e alimentos não devidamente embalados”.

 

“Em 2017, produzimos 1.400 toneladas de lixo e 23% correspondem a plástico, dos quais 13% são sacos de plástico”, lembrou o diretor dos Serviços de Proteção Ambiental, Tam Vai Man, presente na conferência de imprensa.

Neste sentido, Tam Vai Man garantiu que o “próximo passo” é a “restrição de outros materiais”.

 

A proposta, que prevê multas entre mil e dez mil patacas (entre cerca de 100 e mil euros), segue agora para discussão na Assembleia Legislativa de Macau.

Deputados e ativistas têm vindo a exigir medidas legislativas de proteção ambiental, em especial sobre o plástico descartável.

 

De acordo com o Governo, a maioria dos participantes de uma consulta pública considerou o “uso excessivo” de sacos de plástico “uma situação crítica” no território, que em 2017 registava mais lixo ‘per capita’ do que Pequim, Xangai ou Hong Kong.

 

No final de agosto, uma petição contra o uso do plástico descartável reuniu milhares de assinaturas em Macau. Em resposta, o Governo prometeu "aprofundar gradualmente os respetivos trabalhos legislativos [sobre proteção ambiental]".

 

Em declarações à Lusa, Annie Lao, um dos principais rostos da petição, considerou a ação do Governo insuficiente, "em termos de política sustentável", mostrando-se preocupada com os casinos do território que, na opinião da ativista, são os maiores utilizadores de recursos como “água, energia e plástico”.

 

No primeiro dia de 2019, o grupo hoteleiro e operadora de jogo Sands China anunciou a proibição do uso de palhinhas de plástico, prevendo economizar 2,2 milhões de palhinhas por ano, ou seja, uma tonelada de plástico. Em 2017, as propriedades da empresa receberam mais de 97 milhões de visitantes.

 

Também o MGM, com dois casinos em Macau, já prometeu abandonar todos os plásticos de utilização única, durante o primeiro trimestre deste ano.

 

Não existe em Macau qualquer fábrica de produção de sacos de plástico, que são importados da China, do Vietname e de Hong Kong, entre outros.

 

Lusa

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