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Hora do Planeta

07
Set18

Mergulhar a derradeira fronteira – Os primeiros mergulhos em gruta da história de Timor-Leste

SAPO TL

Em pleno século XXI quase todos os limites do planeta Terra foram conquistados pelo Homem. Subimos as montanhas mais altas e descemos às maiores profundezas dos oceanos mas as grutas submersas permanecem como uma última fronteira.

timor_IMG_0593.JPG


No âmbito do projeto internacional Fatuk-Kuak hosi Timor Lorosa’e, no próximo dia 9 de setembro parte uma equipa portuguesa para continuar a exploração das profundezas de Timor Leste.


Na expedição de 2018, que decorrerá de 9 de setembro a 6 de outubro, os espeleólogos e mergulhadores subterrâneos portugueses Manuel Soares e Miguel Lopes pretendem fazer os primeiros mergulhos em gruta alguma vez realizados em Timor-Leste.


“Mergulhamos em grutas submersas pelo desejo e pelo prazer de conhecer locais novos e inexplorados mas fazemo-lo com objetivos claros: melhorar o conhecimento dos recursos hídricos do planeta, entender melhor o comportamento da água e os ecossistemas mas, em especial, para tentar contribuir para a proteção deste recurso tão ameaçado.” diz Miguel Lopes do NEUA - Núcleo de Espeleologia da Universidade de Aveiro e acrescenta “Para isso, exploramos, topografamos e mapeamos estes sistemas colaborando com várias áreas da ciência mas, sobretudo, falamos e mostramos as imagens do que fazemos às populações que habitam os lugares que visitamos e realizamos ações de sensibilização junto das mesmas.”


Nos anos anteriores o projeto viveu dias intensos de exploração mas também de cooperação, colaboração e de amizade.


“Não sabemos fazer as coisas de outro modo pelo que a vertente humana acaba por se tornar sempre uma das mais marcantes de um projeto deste tipo. Tenho a certeza que a expedição de 2018 seguirá o mesmo caminho.”, acrescenta ainda André Reis do CEAE – Centro de Estudos e Atividades Especiais da Liga para a Proteção da Natureza.


Fatuk-Kuak hosi Timor Lorosa’e é um projeto internacional multidisciplinar iniciado em 2016 com o objetivo de promover e desenvolver a espeleologia em Timor-Leste através da sistematização da investigação e estudo das grutas e cavernas, contemplando a formação de espeleólogos Timorenses .


O projeto é promovido por quatro associações de espeleologia portuguesas e uma timorense, nomeadamente, o NEUA – Núcleo de Espeleologia da Universidade de Aveiro, o CEAE – Centro de Estudos e Actividades Especiais da Liga para a Protecção da Natureza, o CIES – Centro de Investigação e Exploração Subterrânea, o GPS – Grupo e Proteção de Sicó e a JHN – Juventude Hadomi Natureza de Timor-Leste, em parceria com a UNTL – Universidade Nacional Timor Lorosa’e.

 

Texto enviado pelo Projeto Timor Subterrâneo, Manuel Freire, Núcleo de Espeleologia da Universidade de Aveiro

06
Set18

Sientista sira kria plástiku ne'ebé maka naben iha tasi no la husik rezidu

SAPO TL

Sientista sira kombina hidrolize laos enzimátika, ne'ebé naben iha bee no prosesu sira biodegradável hodi dezenvolve material foun.

cientistas.jpg

Sientista xinéz sira dezenvolve plástiku ida ne'ebé maka naben, iha tasi, no la husik rezidu, atu nune'e bele luta kontra poluisaun oseanu sira, informa ajénsia notisia ofisial xineza Xinhua.

Dekompozisaun material ne'e, kompostu hosi poliéster, iha tasi, bele demora entre loron balun to fulan balun, orijina molékulas kiik ne'ebé la kauza poluisaun, tuir Wang Gexia, engeñeru Institutu Tekniku Fízika no Kímika Akademia Xineza Siênsia, sita hosi Xinhua.

"Durante tempu barak, ema sira preokupa ho kontaminasaun plástiku nian iha rai. Poluisaun tasi iha de'it atensaun hosi ema sira iha tinan sira ikus ne'e, ho notisia sira konabá animal mariñu sira ne'ebé mate", afirma.

Sientista sira kombina hidrólise laos enzimátika, nabem iha bee no prosesu biodegradavel hodi dezenvolve material foun ne'e.

Plástiku hamutuk tonelada millaun ualu resin

Plástiku hamutuk tonelada millaun ualu resin soe iha oseanu sira tinan-tinan no iha preokupasaun ne'ebé sae daudaun ho konsekuénsia ne'ebé kontamina hosi produtu ne'ebé mai hosi petróleu ba saude ita ema nian no meiu ambiente.

Maski esforsu resiklajen sira, parte barak hosi plástiku permanese tinan atus resin iha meiu ambiente. tanba ne'e, sientista sira kontinua buka forma ne'ebé di'ak hodi halakon.

Plástiku sira ne'e domina rezidu sira ne'ebé hetan iha Mediterániu, barak liu hosi Turkia no España, no afeta Portugal ne'ebé maka 72% lixu tasi nian maka plástiku, alerta organizasaun ambientalista internasional WWF.

Ambientalista sira alerta katak Mediterániu "iha perigu atu transforma iha armadilla plátika ida, nível rekord poluisaun ne'ebé kauza hosi mikroplástiku sira, ne'ebé ameasa espésie mariña sira no mós saude ita ema nian".

ho Lusa

06
Set18

Cientistas criam plástico que se decompõe no mar sem deixar resíduos

SAPO TL

Os cientistas combinaram hidrólise não enzimática, dissolução na água e processos biodegradáveis para gerar o novo material.

cientistas.jpg

Cientistas chineses desenvolveram um tipo de plástico que se decompõe em águas do mar, sem deixar resíduos, visando combater a poluição dos oceanos, informou a agência noticiosa oficial chinesa Xinhua.

A decomposição do material, composto por poliéster, em água marinha, pode demorar entre alguns dias a vários meses, gerando pequenas moléculas que não causam poluição, segundo Wang Gexia, engenheiro do Instituto Técnico de Física e Química da Academia Chinesa de Ciências, citado pela Xinhua.

"Durante muito tempo, as pessoas preocuparam-se com a contaminação do plástico apenas nos solos. A poluição dos mares apenas teve a atenção das pessoas nos últimos anos, com as notícias de animais marinhos mortos", afirmou.

Os cientistas combinaram hidrólise não enzimática, dissolução na água e processos biodegradáveis para gerar o novo material.

Mais de oito milhões de toneladas de plásticos

Mais de oito milhões de toneladas de plásticos são descartadas nos oceanos todos os anos e há uma preocupação crescente com as consequências contaminantes deste produto derivado do petróleo para a saúde humana e meio ambiente.

Apesar dos esforços de reciclagem, a maior parte dos plásticos permanece por centenas de anos no meio ambiente. Por isso, cientistas continuam à procura das melhores formas de eliminá-lo.

Os plásticos dominam os resíduos encontrados no Mediterrâneo, a maior parte com origem na Turquia e Espanha, e afetam Portugal onde 72% do lixo das praias é plástico, alertou a organização ambientalista internacional WWF.

Os ambientalistas alertam que o Mediterrâneo "corre perigo de se transformar numa armadilha plástica, com níveis recorde de poluição causada por microplásticos, que ameaçam tanto espécies marinhas como a saúde humana".

Lusa

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