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Hora do Planeta

31
Jul18

Áfrika lakon euro biliaun 163 tinan-tinan tanba tráfiku animal selvajen sira no ambiental

SAPO TL

Organizasaun hosi ONU ba Meiu Ambiente afirma ona, iha loron-tersa ne'e, iha Maputu katak Áfrika, tinan-tinan, lakon dolar biliaun 191 (euro biliaun 163), tanba komérsiu ilegal hosi animal selvajen sira no ambiental.

continente_africano.jpg

"Ami haree katak Áfrika, tinan-tinan, lakon dolar biliaun 191 tanba komérsiu ilegal hosi animal selvajen sira no animal ambiental nian", hatete hosi Robert Waduroha, kordenador rejional (Áfrika) ba Programa ONU nian ba Meiu Ambiente.

Waduroha ko'alia iha loron-tersa ne'e iha Maputo iha konferénsia imprensa ida kona-ba simpóziu ambiente nian ne'ebé halo hahú iha loron-kuarta ne'e iha Maputo.

ONU serbisu nafatin hamutuk ho justisa, polísia sira ho sosiedade sivil hodi kombate asaun aat ne'e.

"Bainhira ita ko'alia folin ne'e hanesan liu duké sufisiente hodi dezenvolve kontinente afrikanu", nia subliña.

Reuniaun ne'ebé hahú iha loron-kuarta sei halibur espesialista ambiental sira ho majistradu sira hosi ministériu públiku.

Objetivu maka konserta estratéjia hamutuk sira hosi kombate hasoru komérsiu ilegal hosi produtu sira fauna nian no diminuisaun hosi ekosistema hosi oseanu Índiku no Atlántiku nian, desmatasaun ho mudansa klimátiku sira.

Fonte: Ajénsia Lusa

31
Jul18

África perde 163 mil M€ por ano para o tráfico de fauna bravia e ambiental

SAPO TL

A Organização das Nações Unidas para o Meio Ambiente afirmou hoje em Maputo que África perde anualmente 191 mil milhões de dólares (163 mil milhões de euros), devido ao comércio ilícito de espécies da fauna bravia e ambiental.

continente_africano.jpg

"Vemos que África perde 191 mil milhões de dólares anualmente decorrente de comércio ilícito da fauna bravia e fauna ambiental", disse Robert Waduroha, coordenador regional (África) para o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.

Waduroha falava hoje em Maputo numa conferência de imprensa sobre o simpósio sobre o ambiente, que se realiza a partir de quarta-feira em Maputo.

As Nações Unidas têm trabalhado em parceria com a justiça, polícias e sociedade civil para o combate ao mal.

"Quando falamos deste valor é mais do que suficiente para desenvolver o continente africano", sublinhou.

A reunião que se inicia na quarta-feira vai juntar especialistas ambientais e magistrados do ministério público.

O objetivo é concertar estratégias conjuntas de combate ao comércio ilegal de produtos da fauna e da degradação dos ecossistemas dos oceanos Índico e Atlântico, desmatamento e mudanças climáticas.

Fonte: Agência Lusa

30
Jul18

Humanidade vai viver da natureza a crédito a partir de quarta-feira

SAPO TL

A humanidade terá consumido, na quarta-feira, o total dos recursos que a natureza consegue renovar este ano, sendo que os seres humanos vão viver os próximos cinco meses "a crédito", afirmou hoje uma rede de organizações não governamentais ambientalistas.

terra.jpg

O dia 01 de agosto é "a data em que terão sido utilizadas todas as árvores, água, solos férteis e peixes que a Terra consegue fornecer em um ano para alimentar e abrigar os seres humanos e terá sido emitido mais carbono do que os oceanos e florestas conseguem absorver", afirmou a porta-voz da WWF, Valérie Gramond, organização que pertence à rede Global Footprint Network.

"Hoje, precisaríamos de 1,7 Terras para satisfazer as nossas necessidades", ilustrou, num comunicado divulgado hoje.

O total dos recursos renováveis consumidos nunca tinha sido atingido tão cedo desde que a data começou a ser assinalada, nos anos 1970, quando o total só era consumido a 29 de dezembro. No ano passado, a data foi 03 de agosto.

Um terço dos alimentos acumulados pelos seres humanos acaba no lixo, indicou, afirmando que a antecipação progressiva da data se deve ao excesso de consumo.

A distribuição do consumo é desigual no mundo, com países pequenos e com poucos habitantes como o Qatar e o Luxemburgo com uma pegada ecológica muito forte.

Se todos os países consumissem assim, a data seria atingida logo no mês de fevereiro, alerta a organização.

Fonte: Agência Lusa

02
Jul18

Cidade norte-americana de Seattle proíbe plásticos em cafés e restaurantes

SAPO TL

A cidade de Seattle passou a proibir, a partir de hoje, a utilização de utensílios de plástico nos seus mais de 5.000 restaurantes, cafés e lojas de alimentos, sob pena da aplicação de multas a partir de 250 dólares (213 euros).

plastico_noticiatl.jpg

A medida, que segundo os media locais converte Seattle numa das primeiras cidades dos EUA a proibir este género de artigos de plástico, abrange palhinhas, colheres, garfos e facas. Caso estes artigos sejam solicitados por um cliente, deverão ser fornecidas alternativas recicláveis.

A decisão tem como objetivo diminuir o lixo de plástico e assinala que para os casos de utensílios de uma única utilização deverá ser incluída a indicação que pode ser reconvertido, designadamente em fertilizantes.

As empresas abrangidas deverão ainda aceder ao serviço de reciclagem disponibilizado por um provedor dos serviços de recolha.

O incumprimento desta norma implicará uma multa que poderá ultrapassar os 250 dólares, apesar de as autoridades terem precisado que, durante o primeiro ano da medida, a prioridade será convencer e não “obrigar” os abrangidos na sua aplicação.

A lei abrange todas as empresas do setor de alimentos e bebidas, incluindo restaurantes, cafés, camiões de transporte de alimentos e outros estabelecimentos.

Fonte: Agência Lusa

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