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Hora do Planeta

28
Nov18

Alterações climáticas e esgotamento dos solos enfraquecem sistemas alimentares

SAPO TL

As Nações Unidas consideram que alimentar um planeta faminto é cada vez mais difícil, porque as mudanças climáticas e o esgotamento dos solos e outros recursos estão a enfraquecer os sistemas alimentares.

Mudanças climáticas.jpg


Um relatório da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) divulgado hoje diz que são necessárias melhores políticas para alcançar a "fome zero", acrescentando que o aumento da população exige o fornecimento de alimentos mais nutritivos a preços acessíveis.

Mas, prossegue o documento, o aumento da produção agrícola é difícil, tendo em conta o "estado frágil da base de recursos naturais", uma vez que os seres humanos ultrapassaram a capacidade de carga da Terra em termos de solos, água e alterações climáticas.

Cerca de 820 milhões de pessoas estão desnutridas, refere o relatório, divulgado pela FAO e o Instituto Internacional de Pesquisas sobre Políticas Alimentares no início de uma conferência global destinada a acelerar os esforços para alcançar a fome zero em todo o mundo.

A segurança alimentar continua fraca para muitos milhões de pessoas que não têm acesso a dietas acessíveis e adequadamente nutritivas por uma variedade de razões, sendo a mais comum a pobreza.

De acordo com o relatório, a segurança alimentar está igualmente ameaçada por conflitos civis e outro tipo de disputas.

No Iémen, onde milhares de civis morreram em ataques aéreos perpetrados por uma coligação liderada pela Arábia Saudita, o grupo de ajuda 'Save the Children' diz que 85 mil crianças menores de cinco anos podem ter morrido de fome ou de doenças durante a guerra.

No Afeganistão, as secas severas e os conflitos desalojaram mais de 250 mil pessoas, segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR).

O diretor-geral da FAO, José Graziano da Silva, observou que o número de pessoas famintas e subnutridas no mundo subiu para níveis de há uma década.

"Depois de décadas de ganhos no combate à fome, este é um sério revés e a FAO e as agências irmãs da ONU, juntamente com governos membros e outros parceiros, estão muito preocupadas", disse Graziano da Silva, numa mensagem de vídeo transmitida durante a conferência.

A fome ainda é mais severa na África, mas o maior número de pessoas subnutridas vive na região da Ásia-Pacífico, segundo o relatório, que defende que melhores políticas públicas e a tecnologia são as chaves para melhorar a situação.

A FAO estima que a procura global por alimentos crescerá 50% entre 2013 e 2050. Os agricultores podem expandir o uso da terra para ajudar a compensar parte da diferença, mas essa opção é restrita em lugares como a Ásia e o Pacífico e a urbanização está a consumir ainda mais terras do que aquelas que poderiam ter sido usadas para agricultura.

Aumentar a produção agrícola além dos níveis sustentáveis pode causar danos permanentes aos ecossistemas, segundo o relatório, que sublinha a erosão do solo, a poluição com cobertura de plástico, os pesticidas e fertilizantes e a perda de biodiversidade.

De acordo com o documento, a China destrói 12 milhões de toneladas de sementes contaminadas por ano, com uma perda de quase 2,6 biliões de dólares.

Fonte: Agência Lusa

22
Nov18

Guterres pede criatividade para transformar economias para responder a alterações climáticas

SAPO TL

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, afirmou hoje que as alterações climáticas avançam mais depressa do que as respostas dos países, defendendo que é preciso criatividade para transformar as economias.

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"Precisamos de mais criatividade para transformar as nossas economias e limitar o aquecimento global o mais próximo possível de 1,5 graus centígrados. As alterações climáticas estão a andar mais rápido do que nós", afirmou António Guterres numa mensagem dirigida à cimeira virtual do Fórum da Vulnerabilidade Climática, que se realiza hoje nas ilhas Marshall.

O secretário-geral português apelou ao mundo para que aja, reclamou um plano de ação concreto e afirmou que todos deverão pôr-se de acordo na cimeira COP 24, que se realiza em Katovice, Polónia, de 02 a 14 de dezembro.

O Painel Intergovernamental de peritos em alterações climáticas (IPCC) considerou num relatório divulgado em outubro que limitar o aumento a 1,5 graus pode evitar que o nível dos oceanos aumente dez centímetros, que o Ártico perca o gelo durante o inverno e que morram os recifes de coral.

Para lá chegar, os peritos reunidos pela ONU afirmam que será preciso baixar 45% as emissões de dióxido de carbono até 2030, e continuar a descer para alcançar a neutralidade em 2050.

"As alterações climáticas discriminam e os mais afetados são sempre os mais pobres", referiu a alta comissária das Nações Unidas para os Refugiados, Michelle Bachelet.

O Fórum da Vulnerabilidade Climática, fundado em 2009, junta 48 estados comprometidos com a eliminação das emissões carbónicas.

Fonte: Agência Lusa

30
Out18

UE promete 300 milhões de euros para ajudar na proteção e conservação dos oceanos

SAPO TL

A União Europeia (UE) anunciou hoje que vai avançar com mais 300 milhões de euros para ajudar na proteção e conservação dos oceanos, durante uma conferência que termina hoje na ilha indonésia de Bali.

oceano.jpg

 

Durante os dois dias da conferência "O Nosso Oceano", a UE também anunciou 23 novos projetos para combater a poluição marinha e as alterações climáticas, bem como para promover a pesca sustentável e uma economia azul.

O bloco europeu entende como economia azul aquela que reconhece a importância dos mares e oceanos como motores da economia, devido ao seu grande potencial de inovação e crescimento.

"Esta importante contribuição soma-se aos 500 milhões de euros que a União Europeia prometeu quando organizou a conferência 'O Nosso Oceano', no ano passado, em Malta", sublinhou a UE, em comunicado.

Um fundo de 100 milhões de euros será investido na pesquisa por plásticos mais 'amigos' do meio ambiente, dentro do programa europeu Horizonte 2020.

O restante capital prometido em Bali financiará projetos de conservação, descontaminação e pesca sustentável na África e na Ásia.

A representante para a Política Externa da UE, Federica Mogherini, afirmou que "nenhum país pode ter sucesso sozinho" na conservação dos oceanos.

"Requer determinação, coerência e alianças, dentro e fora da União Europeia", acrescentou.

Cerca de 250 organizações, incluindo governos e empresas como a Coca-Cola, a Danone e a Inditex assinaram na segunda-feira, durante a conferência, o chamado "compromisso global para a nova economia de plástico", projetado para reduzir o uso do plástico e facilitar a sua reciclagem.

Alguns especialistas estimam que, ao ritmo atual, haverá mais plástico do que peixes nos oceanos até 2050.

A conferência "Our Ocean", em Bali, é a quinta desde a sua estreia e a primeira celebrada na Ásia.

Fonte: Agência Lusa

30
Out18

Dezenas de multinacionais assinam acordo na Indonésia para reduzir uso do plástico

SAPO TL

Dezenas de multinacionais, como a Coca-Cola, a Danone e a Inditex, assinaram hoje, na Indonésia, um acordo para reduzir o uso do plástico e fomentar a sua reciclagem, uma medida que os ecologistas consideram pouco ambiciosa.

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O acordo foi assinado na cimeira "Nosso Oceano", que hoje começou em Bali, na presença do Presidente indonésio, Joko Widodo, e do ex-presidente dos Estados Unidos John Kerry.

O convénio "Compromisso global para a nova economia de plásticos" foi subscrito por 250 entidades, incluindo governos, organizações não-governamentais e empresas (nomeadamente as que produzem 20 por cento dos plásticos das embalagens).

Trata-se de uma iniciativa da Fundação MacArthur, nos Estados Unidos, em colaboração com a ONU Meio Ambiente, que visa acabar com os plásticos "problemáticos e desnecessários" e pretende que em 2025 cem por cento das embalagens sejam reutilizáveis, recicladas ou orgânicas.

Apesar de o Fundo Mundial para a Natureza apoiar a iniciativa, o acordo foi considerado pouco ambicioso por outras organizações ambientalistas, como a Oceana, que acusa as empresas de se recusarem a pôr um fim efetivo ao uso do plástico e a encontrar alternativas.

Segundo a Oceana, o mundo deve deixar de utilizar produtos feitos em plástico, como garrafas, sacos, recipientes ou palhinhas.

A cimeira "Nosso Oceano", que decorre até quarta-feira na ilha indonésia de Bali, pretende, entre outras metas, encontrar medidas contra a contaminação dos oceanos.

O encontro reúne chefes de Estado e ministros de vários países, além de mais de dois mil delegados.

As Nações Unidas estimam que anualmente cerca de oito toneladas de plástico vão parar aos oceanos, sendo que, frequentemente, muito do plástico é ingerido pelos animais marinhos, passando a fazer parte da cadeia alimentar das pessoas.

A continuar esta tendência, haverá mais plástico do que peixes em 2050, vaticina a ONU.

Fonte: Agência Lusa

07
Set18

Mergulhar a derradeira fronteira – Os primeiros mergulhos em gruta da história de Timor-Leste

SAPO TL

Em pleno século XXI quase todos os limites do planeta Terra foram conquistados pelo Homem. Subimos as montanhas mais altas e descemos às maiores profundezas dos oceanos mas as grutas submersas permanecem como uma última fronteira.

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No âmbito do projeto internacional Fatuk-Kuak hosi Timor Lorosa’e, no próximo dia 9 de setembro parte uma equipa portuguesa para continuar a exploração das profundezas de Timor Leste.


Na expedição de 2018, que decorrerá de 9 de setembro a 6 de outubro, os espeleólogos e mergulhadores subterrâneos portugueses Manuel Soares e Miguel Lopes pretendem fazer os primeiros mergulhos em gruta alguma vez realizados em Timor-Leste.


“Mergulhamos em grutas submersas pelo desejo e pelo prazer de conhecer locais novos e inexplorados mas fazemo-lo com objetivos claros: melhorar o conhecimento dos recursos hídricos do planeta, entender melhor o comportamento da água e os ecossistemas mas, em especial, para tentar contribuir para a proteção deste recurso tão ameaçado.” diz Miguel Lopes do NEUA - Núcleo de Espeleologia da Universidade de Aveiro e acrescenta “Para isso, exploramos, topografamos e mapeamos estes sistemas colaborando com várias áreas da ciência mas, sobretudo, falamos e mostramos as imagens do que fazemos às populações que habitam os lugares que visitamos e realizamos ações de sensibilização junto das mesmas.”


Nos anos anteriores o projeto viveu dias intensos de exploração mas também de cooperação, colaboração e de amizade.


“Não sabemos fazer as coisas de outro modo pelo que a vertente humana acaba por se tornar sempre uma das mais marcantes de um projeto deste tipo. Tenho a certeza que a expedição de 2018 seguirá o mesmo caminho.”, acrescenta ainda André Reis do CEAE – Centro de Estudos e Atividades Especiais da Liga para a Proteção da Natureza.


Fatuk-Kuak hosi Timor Lorosa’e é um projeto internacional multidisciplinar iniciado em 2016 com o objetivo de promover e desenvolver a espeleologia em Timor-Leste através da sistematização da investigação e estudo das grutas e cavernas, contemplando a formação de espeleólogos Timorenses .


O projeto é promovido por quatro associações de espeleologia portuguesas e uma timorense, nomeadamente, o NEUA – Núcleo de Espeleologia da Universidade de Aveiro, o CEAE – Centro de Estudos e Actividades Especiais da Liga para a Protecção da Natureza, o CIES – Centro de Investigação e Exploração Subterrânea, o GPS – Grupo e Proteção de Sicó e a JHN – Juventude Hadomi Natureza de Timor-Leste, em parceria com a UNTL – Universidade Nacional Timor Lorosa’e.

 

Texto enviado pelo Projeto Timor Subterrâneo, Manuel Freire, Núcleo de Espeleologia da Universidade de Aveiro

06
Set18

Sientista sira kria plástiku ne'ebé maka naben iha tasi no la husik rezidu

SAPO TL

Sientista sira kombina hidrolize laos enzimátika, ne'ebé naben iha bee no prosesu sira biodegradável hodi dezenvolve material foun.

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Sientista xinéz sira dezenvolve plástiku ida ne'ebé maka naben, iha tasi, no la husik rezidu, atu nune'e bele luta kontra poluisaun oseanu sira, informa ajénsia notisia ofisial xineza Xinhua.

Dekompozisaun material ne'e, kompostu hosi poliéster, iha tasi, bele demora entre loron balun to fulan balun, orijina molékulas kiik ne'ebé la kauza poluisaun, tuir Wang Gexia, engeñeru Institutu Tekniku Fízika no Kímika Akademia Xineza Siênsia, sita hosi Xinhua.

"Durante tempu barak, ema sira preokupa ho kontaminasaun plástiku nian iha rai. Poluisaun tasi iha de'it atensaun hosi ema sira iha tinan sira ikus ne'e, ho notisia sira konabá animal mariñu sira ne'ebé mate", afirma.

Sientista sira kombina hidrólise laos enzimátika, nabem iha bee no prosesu biodegradavel hodi dezenvolve material foun ne'e.

Plástiku hamutuk tonelada millaun ualu resin

Plástiku hamutuk tonelada millaun ualu resin soe iha oseanu sira tinan-tinan no iha preokupasaun ne'ebé sae daudaun ho konsekuénsia ne'ebé kontamina hosi produtu ne'ebé mai hosi petróleu ba saude ita ema nian no meiu ambiente.

Maski esforsu resiklajen sira, parte barak hosi plástiku permanese tinan atus resin iha meiu ambiente. tanba ne'e, sientista sira kontinua buka forma ne'ebé di'ak hodi halakon.

Plástiku sira ne'e domina rezidu sira ne'ebé hetan iha Mediterániu, barak liu hosi Turkia no España, no afeta Portugal ne'ebé maka 72% lixu tasi nian maka plástiku, alerta organizasaun ambientalista internasional WWF.

Ambientalista sira alerta katak Mediterániu "iha perigu atu transforma iha armadilla plátika ida, nível rekord poluisaun ne'ebé kauza hosi mikroplástiku sira, ne'ebé ameasa espésie mariña sira no mós saude ita ema nian".

ho Lusa

06
Set18

Cientistas criam plástico que se decompõe no mar sem deixar resíduos

SAPO TL

Os cientistas combinaram hidrólise não enzimática, dissolução na água e processos biodegradáveis para gerar o novo material.

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Cientistas chineses desenvolveram um tipo de plástico que se decompõe em águas do mar, sem deixar resíduos, visando combater a poluição dos oceanos, informou a agência noticiosa oficial chinesa Xinhua.

A decomposição do material, composto por poliéster, em água marinha, pode demorar entre alguns dias a vários meses, gerando pequenas moléculas que não causam poluição, segundo Wang Gexia, engenheiro do Instituto Técnico de Física e Química da Academia Chinesa de Ciências, citado pela Xinhua.

"Durante muito tempo, as pessoas preocuparam-se com a contaminação do plástico apenas nos solos. A poluição dos mares apenas teve a atenção das pessoas nos últimos anos, com as notícias de animais marinhos mortos", afirmou.

Os cientistas combinaram hidrólise não enzimática, dissolução na água e processos biodegradáveis para gerar o novo material.

Mais de oito milhões de toneladas de plásticos

Mais de oito milhões de toneladas de plásticos são descartadas nos oceanos todos os anos e há uma preocupação crescente com as consequências contaminantes deste produto derivado do petróleo para a saúde humana e meio ambiente.

Apesar dos esforços de reciclagem, a maior parte dos plásticos permanece por centenas de anos no meio ambiente. Por isso, cientistas continuam à procura das melhores formas de eliminá-lo.

Os plásticos dominam os resíduos encontrados no Mediterrâneo, a maior parte com origem na Turquia e Espanha, e afetam Portugal onde 72% do lixo das praias é plástico, alertou a organização ambientalista internacional WWF.

Os ambientalistas alertam que o Mediterrâneo "corre perigo de se transformar numa armadilha plástica, com níveis recorde de poluição causada por microplásticos, que ameaçam tanto espécies marinhas como a saúde humana".

Lusa

31
Jul18

Áfrika lakon euro biliaun 163 tinan-tinan tanba tráfiku animal selvajen sira no ambiental

SAPO TL

Organizasaun hosi ONU ba Meiu Ambiente afirma ona, iha loron-tersa ne'e, iha Maputu katak Áfrika, tinan-tinan, lakon dolar biliaun 191 (euro biliaun 163), tanba komérsiu ilegal hosi animal selvajen sira no ambiental.

continente_africano.jpg

"Ami haree katak Áfrika, tinan-tinan, lakon dolar biliaun 191 tanba komérsiu ilegal hosi animal selvajen sira no animal ambiental nian", hatete hosi Robert Waduroha, kordenador rejional (Áfrika) ba Programa ONU nian ba Meiu Ambiente.

Waduroha ko'alia iha loron-tersa ne'e iha Maputo iha konferénsia imprensa ida kona-ba simpóziu ambiente nian ne'ebé halo hahú iha loron-kuarta ne'e iha Maputo.

ONU serbisu nafatin hamutuk ho justisa, polísia sira ho sosiedade sivil hodi kombate asaun aat ne'e.

"Bainhira ita ko'alia folin ne'e hanesan liu duké sufisiente hodi dezenvolve kontinente afrikanu", nia subliña.

Reuniaun ne'ebé hahú iha loron-kuarta sei halibur espesialista ambiental sira ho majistradu sira hosi ministériu públiku.

Objetivu maka konserta estratéjia hamutuk sira hosi kombate hasoru komérsiu ilegal hosi produtu sira fauna nian no diminuisaun hosi ekosistema hosi oseanu Índiku no Atlántiku nian, desmatasaun ho mudansa klimátiku sira.

Fonte: Ajénsia Lusa

31
Jul18

África perde 163 mil M€ por ano para o tráfico de fauna bravia e ambiental

SAPO TL

A Organização das Nações Unidas para o Meio Ambiente afirmou hoje em Maputo que África perde anualmente 191 mil milhões de dólares (163 mil milhões de euros), devido ao comércio ilícito de espécies da fauna bravia e ambiental.

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"Vemos que África perde 191 mil milhões de dólares anualmente decorrente de comércio ilícito da fauna bravia e fauna ambiental", disse Robert Waduroha, coordenador regional (África) para o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.

Waduroha falava hoje em Maputo numa conferência de imprensa sobre o simpósio sobre o ambiente, que se realiza a partir de quarta-feira em Maputo.

As Nações Unidas têm trabalhado em parceria com a justiça, polícias e sociedade civil para o combate ao mal.

"Quando falamos deste valor é mais do que suficiente para desenvolver o continente africano", sublinhou.

A reunião que se inicia na quarta-feira vai juntar especialistas ambientais e magistrados do ministério público.

O objetivo é concertar estratégias conjuntas de combate ao comércio ilegal de produtos da fauna e da degradação dos ecossistemas dos oceanos Índico e Atlântico, desmatamento e mudanças climáticas.

Fonte: Agência Lusa

30
Jul18

Humanidade vai viver da natureza a crédito a partir de quarta-feira

SAPO TL

A humanidade terá consumido, na quarta-feira, o total dos recursos que a natureza consegue renovar este ano, sendo que os seres humanos vão viver os próximos cinco meses "a crédito", afirmou hoje uma rede de organizações não governamentais ambientalistas.

terra.jpg

O dia 01 de agosto é "a data em que terão sido utilizadas todas as árvores, água, solos férteis e peixes que a Terra consegue fornecer em um ano para alimentar e abrigar os seres humanos e terá sido emitido mais carbono do que os oceanos e florestas conseguem absorver", afirmou a porta-voz da WWF, Valérie Gramond, organização que pertence à rede Global Footprint Network.

"Hoje, precisaríamos de 1,7 Terras para satisfazer as nossas necessidades", ilustrou, num comunicado divulgado hoje.

O total dos recursos renováveis consumidos nunca tinha sido atingido tão cedo desde que a data começou a ser assinalada, nos anos 1970, quando o total só era consumido a 29 de dezembro. No ano passado, a data foi 03 de agosto.

Um terço dos alimentos acumulados pelos seres humanos acaba no lixo, indicou, afirmando que a antecipação progressiva da data se deve ao excesso de consumo.

A distribuição do consumo é desigual no mundo, com países pequenos e com poucos habitantes como o Qatar e o Luxemburgo com uma pegada ecológica muito forte.

Se todos os países consumissem assim, a data seria atingida logo no mês de fevereiro, alerta a organização.

Fonte: Agência Lusa

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